Hector Othon
Pare já, agora mesmo, com qualquer tipo de guerra, desentendimento, cobrança, crítica, julgamento...
Se proponha começar 2012 na Paz, seja qual for a situação que estiver vivendo. Ainda que tenha perdas, desista de confrontos, acusações, vingança, retaliação. Ainda que se sinta injustiçado, agredido, usado, explorado, pare.
Tome a iniciativa de sair de conflitos, brigas,.. ainda que tenha que se afastar de coisas que vc ache que merece. Ainda que tenha que mudar de casa, de cidade,... Ainda que tenha que deixar pessoas que gosta, que necessita...
Esteja no lugar onde possa viver em paz e harmonia.
Se não dá para sair de onde está, se esforce em parar de alimentar conflitos.
Se vigie para não criticar, julgar, falar mal de pessoas.
Pense que logo pode morrer e diante a morte, se perde o sentido da briga!!!
Se dê o presente de construir a Paz e a Harmonia no seu coração.
Todo dia, a toda hora, a todo instante anelando a Paz, a Harmonia.
Se vier um pensamento de retaliação, julgamento do outro, se liberte dele, buscando um jeito de desernegetizar o motivo que o acorda...
Evite mesmo qualquer tipo de conversa, processo que o coloque em confronto...
Faça questão de viver estes dias na Paz... e assim se mantenha para sempre...
Viva a arte do perdão ao outro e a si mesmo...
Deixe que os Mestres da Luz, do Amor e das Virtudes possuam seu ser e brotem como flores nos seus atos...
Se organize para passar o ano com a máxima simplicidade e anelando pela Paz e Harmonia no seu coração!!!
Fonte.Facebook
Acessos
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
É Natal!
Feliz Natal (A Guerra Acabou)
Então é natal
E o que você tem feito?
Um outro ano se foi
E um novo apenas começa
E então é natal
Espero que tenhas alegria
O próximo e querido
O velho e o Jovem
Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento
E então é natal (e a guerra terminou...)
Para o fraco e para o forte (...se você quiser)
Para o rico e para o pobre
O mundo é tão errado
E, então, feliz natal
Para o negro e para o branco
Para o amarelo e para o vermelho
Vamos parar com todas as lutas
Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento
E então é Natal
E o que nós fizemos?
Um outro ano se foi
E um novo apenas começa...
E então Feliz Natal
Esperamos que tenhas alegria
O próximo e querido
E velho e o jovem
Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento
A guerra acabou , se você quiser
A guerra acabou , se você quiser
A guerra acabou , se você quiser
A guerra acabou , se você quiser
John Lennon
Fonte. Letras.mus.br
Então é natal
E o que você tem feito?
Um outro ano se foi
E um novo apenas começa
E então é natal
Espero que tenhas alegria
O próximo e querido
O velho e o Jovem
Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento
E então é natal (e a guerra terminou...)
Para o fraco e para o forte (...se você quiser)
Para o rico e para o pobre
O mundo é tão errado
E, então, feliz natal
Para o negro e para o branco
Para o amarelo e para o vermelho
Vamos parar com todas as lutas
Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento
E então é Natal
E o que nós fizemos?
Um outro ano se foi
E um novo apenas começa...
E então Feliz Natal
Esperamos que tenhas alegria
O próximo e querido
E velho e o jovem
Um alegre Natal
E um feliz ano novo
Vamos esperar que seja um bom ano
Sem sofrimento
A guerra acabou , se você quiser
A guerra acabou , se você quiser
A guerra acabou , se você quiser
A guerra acabou , se você quiser
John Lennon
Fonte. Letras.mus.br
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
Ser Feliz!
Se tudo na vida é relativo, relativa também é a idéia que cada um faz da felicidade. Para uns, felicidade é dinheiro no bolso, cerveja na geladeira, roupa nova no armário. Para outros, a felicidade representa o sucesso, a carreira brilhante, o simples fato de se achar importante (ainda que, na verdade, as coisas não sejam bem assim).
Para outros tantos, ser feliz é conhecer o mundo, ter um conhecimento profundo das coisas da Terra e do Ar.
Mas, para mim, ser feliz é diferente... Ser feliz é ser gente, é ter vida! É como dizia o poeta: “É bonita, é bonita, é bonita...”
Felicidade é a família reunida; é viver sem chegada, sem partida; é sonhar, é chorar, é sorrir... Felicidade é viver cercado de amor, é plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo que, mesmo distante, lembrou de dizer “Alô”.
Ser feliz é acordar às cinco da matina, depois de ter ido dormir às três da madrugada, com sono e pra lá de cansado, só pra dar uma pontinha da cama para o filho dormir.
Ser feliz é ter violetas na janela, é chá de maçã com canela, é pipoca na panela, é um CD bem "mela-mela" para esquentar o coração.
Ser feliz é curtir sol radiante, o frio aconchegante, a chuvinha ou o temporal. É enxergar o outro (e sabe-se lá quantos outros que cruzam nossa estrada).
Ser feliz é fazer da vida uma grande aventura, a maior loucura, um enorme prazer. É ser amigo, mas, antes de tudo, é ter amigos, os mais fiéis que puder!
Feliz semana
Muita paz
Fonte.Orkut/Hailton
Para outros tantos, ser feliz é conhecer o mundo, ter um conhecimento profundo das coisas da Terra e do Ar.
Mas, para mim, ser feliz é diferente... Ser feliz é ser gente, é ter vida! É como dizia o poeta: “É bonita, é bonita, é bonita...”
Felicidade é a família reunida; é viver sem chegada, sem partida; é sonhar, é chorar, é sorrir... Felicidade é viver cercado de amor, é plantar amizade, é o calor do abraço daquele amigo que, mesmo distante, lembrou de dizer “Alô”.
Ser feliz é acordar às cinco da matina, depois de ter ido dormir às três da madrugada, com sono e pra lá de cansado, só pra dar uma pontinha da cama para o filho dormir.
Ser feliz é ter violetas na janela, é chá de maçã com canela, é pipoca na panela, é um CD bem "mela-mela" para esquentar o coração.
Ser feliz é curtir sol radiante, o frio aconchegante, a chuvinha ou o temporal. É enxergar o outro (e sabe-se lá quantos outros que cruzam nossa estrada).
Ser feliz é fazer da vida uma grande aventura, a maior loucura, um enorme prazer. É ser amigo, mas, antes de tudo, é ter amigos, os mais fiéis que puder!
Feliz semana
Muita paz
Fonte.Orkut/Hailton
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Ciúme tem cura? (Ana Cristina Vargas)
Ciúme tem cura?
O amor-próprio é a base do equilíbrio emocional e da evolução espiritual.
Por Ana Cristina Vargas
Quando abordamos o tema ciúme, sempre surge a pergunta: será que ele tem cura? E, com ela, relatos de mil sofrimentos. Miguel de Cervantes, autor de Dom Quixote, escreveu: "Se o ciúme é sinal de amor, como querem alguns, é o mesmo que a febre no enfermo. Ela é sinal de que ele vive, porém uma vida enfermiça, maldisposta?.
O ciúme é um sentimento doloroso de ameaça de perda de algo que se possui. O jogo mental perverso do ciúme só acontece com os pares: vítima e vilão. Uma relação cruel de "quem domina". Se é vilão ou vítima, pouco importa, pois o ponto de conexão que os atrai é o mesmo: a baixa autoestima, o sentimento de inferioridade e de não merecimento, a baixa autoconfiança, o pouco autoconhecimento e a incompetência para administrar as próprias emoções, entre outros.
Terapias e leituras são recursos úteis. Mas, para enfrentar esse monstro de olhos verdes, é preciso reconhecer que o problema está em si. Buscar conhecer-se, desenvolver a capacidade de enxergar-se sem ?desculpismos? e justificativas; ser franca e honesta para reconhecer a baixa autoestima, a baixa autoconfiança e o descontrole, sem buscar culpados no passado, mas assumindo o estado atual e confrontando-o para modificá-lo; colocar-se no lugar do outro com quem convive e se perguntar: se ele fosse eu, será que eu gostaria de viver comigo?
O amor-próprio é a base do equilíbrio emocional e da evolução espiritual. Jesus ensinou a "amar o próximo como a nós mesmos". Logo, se não nos amamos, não amamos o outro. O conhecimento da espiritualidade facilita esse caminho interior, pois descobrimos que somos seres divinos e imortais, criados para a felicidade e o progresso, dotados de uma natureza apta e propensa ao prazer de viver. Não somos pobrezinhos, coitadinhos, vítimas das circunstâncias ou criaturas lançadas à vida por um Criador sádico que a alguns premia e a outros faz sofrer. Nada disso. Somos os construtores de nós mesmos, colhemos o que plantamos, nem mais nem menos. Depende de nós sermos felizes. Estamos imperfeitos, é verdade, e daí ciumentos, egoístas, invejosos, e por isso não valorizamos o que em essência somos: espíritos imortais, filhos de Deus.
Contudo, somos capazes de crescer, e isso é libertador. O nosso Criador é sábio, amoroso e benevolente, não condena nem pune, ensina. A grande lei da vida é o amor, que começa por amar a mim mesmo. Entender essas verdades simples e profundas é transformador. Não é mais do olhar dos outros que dependerá a minha autoestima, mas, sim, da minha própria consciência.
Despertando para essa realidade, tiramos o outro, o parceiro, do centro da atenção e centramo-nos em nós mesmos, aprendemos a suprir as nossas necessidades de cuidados e de realização com recursos próprios. É um caminho de descoberta do próprio poder. Conscientizamo-nos de que cada um possui apenas a si mesmo, viajamos pela vida muito mais leves e nos libertamos, definitivamente, da ilusão de querer controlar a vida alheia ou de que alguém nos pertence.
Fonte.Portal Vida & Consciência
O amor-próprio é a base do equilíbrio emocional e da evolução espiritual.
Por Ana Cristina Vargas
Quando abordamos o tema ciúme, sempre surge a pergunta: será que ele tem cura? E, com ela, relatos de mil sofrimentos. Miguel de Cervantes, autor de Dom Quixote, escreveu: "Se o ciúme é sinal de amor, como querem alguns, é o mesmo que a febre no enfermo. Ela é sinal de que ele vive, porém uma vida enfermiça, maldisposta?.
O ciúme é um sentimento doloroso de ameaça de perda de algo que se possui. O jogo mental perverso do ciúme só acontece com os pares: vítima e vilão. Uma relação cruel de "quem domina". Se é vilão ou vítima, pouco importa, pois o ponto de conexão que os atrai é o mesmo: a baixa autoestima, o sentimento de inferioridade e de não merecimento, a baixa autoconfiança, o pouco autoconhecimento e a incompetência para administrar as próprias emoções, entre outros.
Terapias e leituras são recursos úteis. Mas, para enfrentar esse monstro de olhos verdes, é preciso reconhecer que o problema está em si. Buscar conhecer-se, desenvolver a capacidade de enxergar-se sem ?desculpismos? e justificativas; ser franca e honesta para reconhecer a baixa autoestima, a baixa autoconfiança e o descontrole, sem buscar culpados no passado, mas assumindo o estado atual e confrontando-o para modificá-lo; colocar-se no lugar do outro com quem convive e se perguntar: se ele fosse eu, será que eu gostaria de viver comigo?
O amor-próprio é a base do equilíbrio emocional e da evolução espiritual. Jesus ensinou a "amar o próximo como a nós mesmos". Logo, se não nos amamos, não amamos o outro. O conhecimento da espiritualidade facilita esse caminho interior, pois descobrimos que somos seres divinos e imortais, criados para a felicidade e o progresso, dotados de uma natureza apta e propensa ao prazer de viver. Não somos pobrezinhos, coitadinhos, vítimas das circunstâncias ou criaturas lançadas à vida por um Criador sádico que a alguns premia e a outros faz sofrer. Nada disso. Somos os construtores de nós mesmos, colhemos o que plantamos, nem mais nem menos. Depende de nós sermos felizes. Estamos imperfeitos, é verdade, e daí ciumentos, egoístas, invejosos, e por isso não valorizamos o que em essência somos: espíritos imortais, filhos de Deus.
Contudo, somos capazes de crescer, e isso é libertador. O nosso Criador é sábio, amoroso e benevolente, não condena nem pune, ensina. A grande lei da vida é o amor, que começa por amar a mim mesmo. Entender essas verdades simples e profundas é transformador. Não é mais do olhar dos outros que dependerá a minha autoestima, mas, sim, da minha própria consciência.
Despertando para essa realidade, tiramos o outro, o parceiro, do centro da atenção e centramo-nos em nós mesmos, aprendemos a suprir as nossas necessidades de cuidados e de realização com recursos próprios. É um caminho de descoberta do próprio poder. Conscientizamo-nos de que cada um possui apenas a si mesmo, viajamos pela vida muito mais leves e nos libertamos, definitivamente, da ilusão de querer controlar a vida alheia ou de que alguém nos pertence.
Fonte.Portal Vida & Consciência
MENSAGEM DA KARLINHA
Tudo passa…e melhora
Por Karla Precioso
Tudo passa. Os dias de dificuldades, amargura e solidão, as lágrimas, as frustrações… Em algum momento, tudo isso passa. O melhor a fazer é deixar que esses sentimentos vão embora. Sem essa de ficar remoendo os erros e as dores! Não dê brecha ao sofrimento. Siga adiante, para que coisas novas e boas aconteçam.
Dormir e acordar lamentando o emprego perdido, o relacionamento que terminou, a amizade que não foi tão leal… Assim, você só aumenta a tristeza e a dor. Encha-se de esperança e determinação. Muitas vezes, aquilo que num momento julgamos ser algo ruim é apenas um cutucão que a vida nos dá. Ela faz isso pra que a gente acorde e perceba que precisamos nos mexer, mudar, para receber algo maior e melhor.
Se hoje o céu está nublado e cinza, amanhã as nuvens também terão passado - e o sol voltará a brilhar, lindo e radiante. Então, pra que tanto desânimo e tanto medo? Quando você levanta a cabeça, as soluções aparecem. E o amor ressurge, uma nova oportunidade aparece, a amizade se fortalece… Reconstrua sua vida a cada dia, porque não há dor que persista diante da vontade de vencer.
Fonte.Revista AnaMaria
Tudo passa…e melhora
Por Karla Precioso
Tudo passa. Os dias de dificuldades, amargura e solidão, as lágrimas, as frustrações… Em algum momento, tudo isso passa. O melhor a fazer é deixar que esses sentimentos vão embora. Sem essa de ficar remoendo os erros e as dores! Não dê brecha ao sofrimento. Siga adiante, para que coisas novas e boas aconteçam.
Dormir e acordar lamentando o emprego perdido, o relacionamento que terminou, a amizade que não foi tão leal… Assim, você só aumenta a tristeza e a dor. Encha-se de esperança e determinação. Muitas vezes, aquilo que num momento julgamos ser algo ruim é apenas um cutucão que a vida nos dá. Ela faz isso pra que a gente acorde e perceba que precisamos nos mexer, mudar, para receber algo maior e melhor.
Se hoje o céu está nublado e cinza, amanhã as nuvens também terão passado - e o sol voltará a brilhar, lindo e radiante. Então, pra que tanto desânimo e tanto medo? Quando você levanta a cabeça, as soluções aparecem. E o amor ressurge, uma nova oportunidade aparece, a amizade se fortalece… Reconstrua sua vida a cada dia, porque não há dor que persista diante da vontade de vencer.
Fonte.Revista AnaMaria
terça-feira, 22 de novembro de 2011
O que é a vida
Vida não é manter um placar. Não é
quantos amigos você tem, ou o quanto você é aceito. Não é sobre se
você tem planos para este final de semana, ou se você está sozinho.
Não é sobre quem você está namorando, quem você já namorou, ou quantas
pessoas você já teve e se você nunca teve ninguém.
Não é sobre quem é sua família, ou quanto dinheiro ela tem. Ou que
tipo de carro você dirige. Ou quando você foi mandado à escola... Não é
sobre o quanto você é bonito ou feio, ou que roupas você usa, que
sapatos você calça, que tipo de música você ouve.
Não é sobre se seus cabelos são loiros, vermelhos, pretos ou
castanhos. Ou se sua pele é muito clara ou muito escura. Não é sobre
que graduação você tem, o quão esperto você é, o quão esperto os
outros pensam que você é, ou o quão inteligente os testes dizem que
você é.
Não é sobre que clubes você freqüenta, ou o quanto você é bom no seu
esporte. Não é sobre representar o seu ser inteiro em um pedaço de
papel e ficar vendo quem irá aceitar o seu "eu" que está escrito.
A vida não é isso!
Mas a vida é, sim, sobre quem você ama e quem você machuca. É sobre
quem você faz feliz ou infeliz propositalmente. É sobre manter ou trair
a verdade. É sobre amizade, usada como algo sagrado ou como uma arma. É
sobre o que você diz e pensa, às vezes contundente, às vezes
encorajador.
É sobre iniciar rumores e contribuir para fofocas mesquinhas. É sobre
que julgamentos você já passou e por quê. E como seus julgamentos
foram espalhados ou difundidos. É sobre quem você tem ignorado com
total controle e intenção.
É sobre ciúme, medo, ignorância e vingança. É sobre carregar
internamente o amor e o ódio, deixando-os crescer e espalhando-os.
Vida é tudo aquilo com que preenchemos o espaço entre nós e nossos
amigos, nossa família, nossos colegas, e também os nossos desafetos e
até mesmo as pessoas que sequer conhecemos, a quem às vezes dizemos
"bom dia", às vezes não dizemos nada.
Como você tem preenchido este espaço?
Muita paz
Fonte.orkut/Hailton
Vida não é manter um placar. Não é
quantos amigos você tem, ou o quanto você é aceito. Não é sobre se
você tem planos para este final de semana, ou se você está sozinho.
Não é sobre quem você está namorando, quem você já namorou, ou quantas
pessoas você já teve e se você nunca teve ninguém.
Não é sobre quem é sua família, ou quanto dinheiro ela tem. Ou que
tipo de carro você dirige. Ou quando você foi mandado à escola... Não é
sobre o quanto você é bonito ou feio, ou que roupas você usa, que
sapatos você calça, que tipo de música você ouve.
Não é sobre se seus cabelos são loiros, vermelhos, pretos ou
castanhos. Ou se sua pele é muito clara ou muito escura. Não é sobre
que graduação você tem, o quão esperto você é, o quão esperto os
outros pensam que você é, ou o quão inteligente os testes dizem que
você é.
Não é sobre que clubes você freqüenta, ou o quanto você é bom no seu
esporte. Não é sobre representar o seu ser inteiro em um pedaço de
papel e ficar vendo quem irá aceitar o seu "eu" que está escrito.
A vida não é isso!
Mas a vida é, sim, sobre quem você ama e quem você machuca. É sobre
quem você faz feliz ou infeliz propositalmente. É sobre manter ou trair
a verdade. É sobre amizade, usada como algo sagrado ou como uma arma. É
sobre o que você diz e pensa, às vezes contundente, às vezes
encorajador.
É sobre iniciar rumores e contribuir para fofocas mesquinhas. É sobre
que julgamentos você já passou e por quê. E como seus julgamentos
foram espalhados ou difundidos. É sobre quem você tem ignorado com
total controle e intenção.
É sobre ciúme, medo, ignorância e vingança. É sobre carregar
internamente o amor e o ódio, deixando-os crescer e espalhando-os.
Vida é tudo aquilo com que preenchemos o espaço entre nós e nossos
amigos, nossa família, nossos colegas, e também os nossos desafetos e
até mesmo as pessoas que sequer conhecemos, a quem às vezes dizemos
"bom dia", às vezes não dizemos nada.
Como você tem preenchido este espaço?
Muita paz
Fonte.orkut/Hailton
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Quem está à venda?
Por Sandra Maia | Amor e outras coisas –
Interessante essa questão.
Há muitas pessoas que pensam poder comprar o outro com bens materiais ou até mesmo com excesso de zelo. O que beira a loucura.
E, como isso funciona?
Você, leitor, já deve ter ouvido falar daquela situação, próxima ao que vive a Ana. Ela namora Paulo já há alguns meses e, nesse período, ele a presenteou com carro, apartamento, roupas, joias, viagens etc, etc. De fato, Paulo, imagina que dessa forma a manterá sob controle, a manterá em "casa, como que num cárcere privado, como numa gaiola de ouro...", para que, toda vez que ele quiser "AMAR", lá estará ela para ele. Ele irá — em sua imaginação - encontrá-la feliz, à espera, pronta para suas loucuras, o que passa distante de amor, distante do normal.!
Na contramão da história de Ana e Paula, estão Jonas e Patrícia. Ela exagera! Vai além da conta, o enche de cuidados e mimos. Cuida de tudo, a todo momento, para que este se sinta o mais querido, o mais amado, o mais desejado, o mais super de todos os homens da face da terra. Ela faz de um jeito tal todas essas "coisas" que uma pessoa normal se sentiria, no mínimo, coagida a ter de dar de volta tamanha devoção. E é claro que isso não é amor.
Bem, loucuras à parte, o que mais me entristece é ver que tanto Paulo quanto Patrícia estão longe de compreender sua situação real, sua falta de amor-próprio, sua submissão a uma relação não saudável e condicionada, que eles próprios criam e escolhem. Endeusam o outro e se distanciam da espiritualidade, do equilíbrio interno, da caridade, da compaixão e da autoestima.
Em vez de tentar trazer o foco e a energia para descobrir o que se passa com eles, o que, verdadeiramente, estão fazendo de suas vidas? Por que agem dessa forma? Passam todo o seu tempo tentando entender por que o outro(a), não valoriza tudo aquilo que recebe.
Como se isso fosse um crime.
"Como assim? Eu dou tudo para ela: 'amor', meu tempo, minha vida, e também a encho de presentes. Carro, apartamento, joias, roupas e, por que ela não me ama de volta? O que mais ela quer? Por que ainda pensa em me trocar por outro? Por que não me espera?".
Você já se viu nesse tipo de diálogo interno? Pois é, há muitas pessoas nessa situação. Fazem tudo pelo outro e aguardam tudo de volta. Fazem tudo pelo outro e se perdem. Abandonam-se. Deixam de se conhecer. Deixam de sentir o que sentem, gostar do que gostam, escolher o que escolhem.
E, então, um belo dia, depois de se abandonarem, são abandonadas também pelo outro. E aí, morrem. Morrem de uma dor terrível. Uma incompreensão absoluta do mundo, do outro, do amor. Sentem-se injustiçadas.
E aí está toda a doença. Pensam que amar é comprar, corromper, aprisionar, manipular, controlar, subornar, enaltecer, sufocar, depender, etc, etc... Confundem amar com diferentes sentimentos e se intitulam vítimas de situações que construíram.
Fica então aqui o convite. Em vez de tentar entender o que passa na cabeça e no coração do outro que não se deixa usar, por que não parar e tentar — a partir de terapia, ou de um trabalho de autoconhecimento — entender o que o move. O que o faz aceitar a se submeter a esse tipo de situação? O que o faz crer que isso é amar? O que o faz imaginar que isso é um relacionamento saudável?
Quando conseguir chegar a essa etapa, começa o caminho da transformação e, quem sabe, da cura. Afinal, mesmo para amar, há que aprender. Há que, num primeiro momento, amar-se e conhecer-se para não ser devorado...
Qual a sua escolha?!
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
Dúvidas sobre relacionamentos?
Mais informações sobre a autora no www.sandramaia.com
Por Sandra Maia | Amor e outras coisas –
Interessante essa questão.
Há muitas pessoas que pensam poder comprar o outro com bens materiais ou até mesmo com excesso de zelo. O que beira a loucura.
E, como isso funciona?
Você, leitor, já deve ter ouvido falar daquela situação, próxima ao que vive a Ana. Ela namora Paulo já há alguns meses e, nesse período, ele a presenteou com carro, apartamento, roupas, joias, viagens etc, etc. De fato, Paulo, imagina que dessa forma a manterá sob controle, a manterá em "casa, como que num cárcere privado, como numa gaiola de ouro...", para que, toda vez que ele quiser "AMAR", lá estará ela para ele. Ele irá — em sua imaginação - encontrá-la feliz, à espera, pronta para suas loucuras, o que passa distante de amor, distante do normal.!
Na contramão da história de Ana e Paula, estão Jonas e Patrícia. Ela exagera! Vai além da conta, o enche de cuidados e mimos. Cuida de tudo, a todo momento, para que este se sinta o mais querido, o mais amado, o mais desejado, o mais super de todos os homens da face da terra. Ela faz de um jeito tal todas essas "coisas" que uma pessoa normal se sentiria, no mínimo, coagida a ter de dar de volta tamanha devoção. E é claro que isso não é amor.
Bem, loucuras à parte, o que mais me entristece é ver que tanto Paulo quanto Patrícia estão longe de compreender sua situação real, sua falta de amor-próprio, sua submissão a uma relação não saudável e condicionada, que eles próprios criam e escolhem. Endeusam o outro e se distanciam da espiritualidade, do equilíbrio interno, da caridade, da compaixão e da autoestima.
Em vez de tentar trazer o foco e a energia para descobrir o que se passa com eles, o que, verdadeiramente, estão fazendo de suas vidas? Por que agem dessa forma? Passam todo o seu tempo tentando entender por que o outro(a), não valoriza tudo aquilo que recebe.
Como se isso fosse um crime.
"Como assim? Eu dou tudo para ela: 'amor', meu tempo, minha vida, e também a encho de presentes. Carro, apartamento, joias, roupas e, por que ela não me ama de volta? O que mais ela quer? Por que ainda pensa em me trocar por outro? Por que não me espera?".
Você já se viu nesse tipo de diálogo interno? Pois é, há muitas pessoas nessa situação. Fazem tudo pelo outro e aguardam tudo de volta. Fazem tudo pelo outro e se perdem. Abandonam-se. Deixam de se conhecer. Deixam de sentir o que sentem, gostar do que gostam, escolher o que escolhem.
E, então, um belo dia, depois de se abandonarem, são abandonadas também pelo outro. E aí, morrem. Morrem de uma dor terrível. Uma incompreensão absoluta do mundo, do outro, do amor. Sentem-se injustiçadas.
E aí está toda a doença. Pensam que amar é comprar, corromper, aprisionar, manipular, controlar, subornar, enaltecer, sufocar, depender, etc, etc... Confundem amar com diferentes sentimentos e se intitulam vítimas de situações que construíram.
Fica então aqui o convite. Em vez de tentar entender o que passa na cabeça e no coração do outro que não se deixa usar, por que não parar e tentar — a partir de terapia, ou de um trabalho de autoconhecimento — entender o que o move. O que o faz aceitar a se submeter a esse tipo de situação? O que o faz crer que isso é amar? O que o faz imaginar que isso é um relacionamento saudável?
Quando conseguir chegar a essa etapa, começa o caminho da transformação e, quem sabe, da cura. Afinal, mesmo para amar, há que aprender. Há que, num primeiro momento, amar-se e conhecer-se para não ser devorado...
Qual a sua escolha?!
Sandra Maia é autora dos livros Eu Faço Tudo por Você — Histórias e Relacionamentos Codependentes, Você Está Disponível? Um Caminho para o Amor Pleno e Coisas do Amor.
Dúvidas sobre relacionamentos?
Mais informações sobre a autora no www.sandramaia.com
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