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quarta-feira, 27 de abril de 2011

Dicas para viver o presente

Veja como aproveitar o momento presente pode proporciona muitos benefícios para todos os momentos da vida


Conteúdo do site MdeMulher

O hoje é uma dádiva e, por isso,
se chama presente. Desfrute!


Pequenas dicas podem nos ajudar a vivenciar um estado de presença por alguns instantes. Segundo reportagem da Revista Bons Fluidos, com a prática, conseguimos transferir essa habilidade para outros momentos de nossa vida e sentir os benefícios de estar inteiramente aqui e agora.

No livro O Poder do Agora, Eckhart Tolle afirma que "no momento em que você compreender que não está presente, estará presente". Para isso, basta observar a si mesmo, seus pensamentos, emoções e reações, diz o autor, sem julgar o que quer que seja que você constate.

Tolle chama a isso de observação silenciosa, capaz de perceber uma presença serena e atenta por trás de todo o conteúdo da própria mente. Enquanto praticar os exercícios propostos pelos especialistas, mantenha sua atenção focada em você mesma, por mais que sua cabeça queira muito estar em outro lugar.

Fale em voz alta
Aproveite os momentos em que estiver realizando atividades cotidianas para falar, em voz alta, o que está fazendo passo a passo. Por exemplo, se estiver no banho, diga: "agora estou pegando o xampu, agora estou massageando minha cabeça com a ponta dos dedos, agora estou sentindo a água cair sobre meus ombros" e procure sentir cada ação em seu corpo.

A terapeuta Katia Daher diz que o exercício é muito indicado para pessoas ansiosas, mas é melhor começar o treinamento em momentos tranquilos, ou a prática pode acabar causando irritação.

Respire
A respiração é um ótimo artifício para diminuir nossos diálogos mentais por alguns instantes e nos trazer ao momento presente. A dica de Katia Daher para quem quer sair do estado de "pré-ocupação" e manter o foco é inspirar em quatro tempos, segurar o ar em quatro tempos, expirar em mais quatro e manter o pulmão vazio em outros quatro.

Habite seu corpo

Escute o silêncio subjacente aos sons


Quando sentimos nosso corpo, conseguimos nos manter conectadas com o aqui e agora. Para facilitar esse contato consigo mesma, preste atenção a seus cinco sentidos. "Limite-se a olhar, não interprete.

Veja a luz, as formas, as cores, as texturas. Sinta a presença silenciosa de cada coisa. Sinta o espaço ocupado por ela. Escute os sons, não os classifique. Escute o silêncio subjacente aos sons. Toque em alguma coisa, qualquer coisa, sinta e reconheça o seu Ser", propõe Eckhart Tolle.

Saia da zona de conforto
Por um dia, deixe de fazer algo que costuma fazer sempre do mesmo jeito. Diminua a quantidade de comida, tome um banho frio ao invés de quente, caminhe em vez de usar o carro. É o que sugere a instrutora de ashtanga ioga, Patrícia Varela. Ela diz que passar por um pequeno desconforto é uma boa maneira de convidar a mente a agir de uma forma diferente, menos automatizada, e de nos tornar mais flexíveis.

Pratique a atenção plena
Diferentemente do senso comum de atenção, que requer um esforço de concentração, o instrutor de meditação zen Khalis Chacel afirma que, para manter a atenção plena, não é necessário fazer força. Basta nos darmos conta do que está acontecendo dentro e fora de nós. Ele recomenda que comecemos pela audição. Sente-se ou deite-se num lugar tranquilo e apenas se dê conta do que os seus ouvidos captam, sem se esforçar para ouvir, apenas acompanhando a audição.

Depois de algumas semanas, experimente observar a respiração sem interferir no seu ritmo. Em seguida, ficará mais fácil perceber as minuciosas sensações do corpo - uma tensão aqui, uma coceira ali, um arrepio - sem brigar com elas. "Depois de muito praticar, também nos tornamos capazes de fazer isso com a mente. Não conseguiremos silenciá-la, o fluxo mental acontece por si mesmo, mas não ficaremos mais presos ao que ela diz. Perceber isso nos conduz a uma direção de menos controle."

Fonte.Revista AnaMaria
Aprenda a ouvir e dizer "não"

Confira 13 dicas que vão te ajudar a ouvir "não" sem se frustrar e a dizer sem magoar ou enfurecer os outros


Beatriz Levischi

Conteúdo do site ANAMARIA

A educação pode facilitar o processo! Saber ouvir não desde pequeno ensina a lidar melhor com a situação
Foto: Getty Images
Saber ouvir e dizer "não" pode melhorar qualquer tipo de relação, seja com filho, marido, namorado, amigos ou colegas de trabalho. Confira então algumas dicas importantes e viva melhor.

Fale "não" sem magoar
1. Evite o nervosismo
Assim, você não cria expectativas ruins ao fazer isso. Quanto mais natural você falar, maior a chance de o “não” ser aceito.

2. Encontre o tom ideal
Voz infantilizada dá a impressão de insegurança. Mas o tom seco e duro também não funciona. Encontre o equilíbrio.

3. Aja com honestidade
Explique o motivo do seu “não” sem tentar enganar o outro. Às vezes, uma negativa traz até vantagens para a outra pessoa.

4. Seja objetiva
Não estenda a conversa. Já ouviu aquele ditado de que, quanto mais a gente mexe, mais fede?

5. Exercite
Aos poucos, você ganha naturalidade com a situação, sem se sentir um monstro ao dizer “não”.

6. Dê o exemplo
Ao encarar um "não" com calma e naturalidade, a gente mostra aos outros como se deve fazer.

7. Divulgue sua transparência
Sempre que conhecer alguém, deixe claro que você será sincera.

A negativa deve ser encarada como uma oportunidade para evoluir
Foto: Getty Images

Saiba escutar um "não" sem se sentir frustrada
1. Seja madura na reação
Lembre-se daquela personagem mimada da novela que você tanto detesta e analise se seu comportamento não está parecido com o dela.

2. Coloque-se no lugar do outro
A dica é velha e, justamente por isso, funciona mesmo.

3. Reflita
Tente descobrir o que deu errado e onde melhorar.

4. Enxergue o copo meio cheio
Muitos "nãos" são ditos para o nosso próprio bem. Se você parar pra pensar, vai descobrir que muitos deles já salvaram sua vida. Pergunte para sua mãe.

5. Aprenda
Veja na negativa uma oportunidade para evoluir.

6. Não fique remoendo
Enquanto você perde tempo revivendo o fracasso, deixa de correr atrás dos "sins".

Fonte.Revista AnaMaria

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Compartilhando.

PAZ EM NÓS

Emamnuel

A paz em nós não resulta de circunstâncias externas e sim da nossa tranqüilidade de consciência no dever cumprido e é preciso anotar que o dever cumprido é fruto da compreensão.
Compreender significa, na essência, desculpar as pessoas que nos cercam, nas oposições que nos façam e esquecer as ocorrências que nos mostrem adversas, a fim de que nos mantenhamos fiéis à tarefa que se nos indica.
Não te conturbem a censura ou a crítica dos outros no desempenho das obrigações que a vida te assinala, porquanto se aceitas os próprios compromissos no bem geral, esses compromissos dizem respeito a ti mesmo e não aos que te observam, nem sempre com lógica e segurança.
Em qualquer atividade edificante, convém lembrar que idéis e palavras, ações e atitudesdos outros pertencem a eles e não a nós.
No critério da reciprocidade, é justo recordar que não nos é lícito violentar essa ou aquela pessoa com opiniões e medidas tendentes a sufocar-lhes a personalidade.
As discussões auxiliam em muitos casos de assuntos obscuros ou de companheiros desinformados, mas servir aos semelhantes, doando-lhes, o melhor de nós, é o argumento decisivo para clarear os agentes de solução a qualquer problema.
Para colaborar no interesse do bem de todos, é imperioso olvidar-nos naquilo que as induções ao egoísmo nos impulsionem a titubear, ante as obrigações que a vida nos traça.
Ainda que todos os elementos exteriores se te revelem contrários à ação que desenvolves, é perfeitamente possível guardar a própria serenidade, desde que saibas
entender pessoas e situações, deixando-as onde se coloquem e seguindo para a frente com o trabalho que te compete.
A paz em nós - repitamos - nasce da compreensão em serviço e a compreensão em serviço é mantida pela tolerância para com os erros alheios e até pela auto-aceitação dos nossos próprios erros, de modo a sabermos corrigi-los sem tumulto e perda de tempo.
Em suma, enquanto não soubermos perdoar, não seremo livres para submeter-nos à prática do bem, segundo as Leis de Deus.

FELIZ PÁSCOA

MUITA PAZ

Fonte.Hailton/orkut.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sandra Maia .

O que fazer para salvar uma relação?

Esta é a questão que não quer calar. Afinal, quem está dentro não quer sair! Então, o que fazer para salvar uma relação? Temo dizer que não há mágica. Não há formulas mirabolantes para sair de uma situação que criamos sem, primeiro, entender que contribuímos para o que está acontecendo. Bem, se isso ficar claro, é meio caminho andado. E, então, você pode seguir os dez passos de qualquer texto ou artigo que ensine como manter, ou melhor, salvar uma relação.
Melhor se fizer isso paralelamente a um amplo e profundo programa de autoconhecimento, visando o equilíbrio emocional. Você poderia começar por entender suas crenças, seus valores, sua reações, suas atitudes ou não atitudes. O que o move, o que o faz ser quem é nesse exato instante.
O que quer para si, quais os seus sonhos, sua essência, seus talentos. Quem, afinal, é você? Quais seus ideais, o que o toca, como funciona?
Mas, se não entendeu ainda a sua parte na relação, difícil será aceitar que faz parte do problema tanto quanto da solução. Uma relação não esfria do nada. A falta de respeito não se instaura por que um é mais culpado do que o outro.
Guerra e paz
Em relações saudáveis, existem dois seres saudáveis com todas as suas “neuras” particulares! E, também nessas relações, problemas, desentendimentos, confrontos – tudo acontece e demanda atenção para que a paz seja restaurada, de modo a manter a chama acesa. Como dizia um amigo, amor, afinal, é guerra e paz!
Há alguns dias, conversando com uma amiga, nos demos conta do quanto mudamos. E, nesse transformar, o peso de cada problema era agora a distância tão diferente. Então, nos demos conta de que o que une é o que separa quando somos jovens.
Casou, acabou
Deve haver alguma estatística que mostra o número de casamentos que terminam no primeiro ano. E devem mesmo ser muitos. Se você perguntar para qualquer pessoa a sua volta: ”Você conhece alguém que ficou anos juntos e, quando casou, foi morar junto, tudo acabou?!”
Isso acontece. Acontece nas melhores relações como resultado da falta de diálogo e da troca pertinentes à fase do “namoro” e que antecede o felizes para sempre. Pois é. Se nesse período propício para conhecer o outro e, mostrar nossas limitações e qualidades, não estamos disponíveis, quando então esperamos que isso aconteça?
Conhecimento e individualidade
Você deve ter um amigo ou amiga que vive ou saiu de uma situação similar a essa. Namoram, não se olham, não se questionam, não se conhecem – mas tem a química. E, então, pensam ter tudo. Não é! Um casamento, uma aliança, um compromisso demanda primeiro amar a si mesmo, conhecer-se, saber o que vai dentro, saber o que quer e espera do outro.
Demanda cultivar sua individualidade e o equilíbrio entre o que é mental, físico e espiritual. Demanda a escolha de querer incluir um outro e, depois, mostrar tudo isso a ele, colocar-se, confrontar valores, sonhos, ideologias, desnudar-se.
Fácil? Não, não é fácil. Para não quebrar o encanto, por vezes, quebramos a relação que está por vir. Deixamos de lado o diálogo, a comunicação, a discussão. Preferimos viver assim. Queremos só o que é doce. Se tiver um pouco de pimenta – bom, deixa para lá.
Castelos de areia
Essa é a base de muitas relações. Que começam com prazo para acabar. São castelos de areia construídos com medo, ilusão e vaidade. Ninguém conhece ninguém, ninguém se expõe, não se fala de emoção e aí vamos nós.
Retorno
É claro que, com o tempo, tudo muda. Mais maduros, passamos a ver a vida com outros olhos. E, talvez até por isso, acontecem tantas reconciliações de casais separados já há muito tempo. É, parece mesmo uma tendência a reconciliação de casais que já tiveram uma vida em conjunto, separaram-se, viveram outras experiências e, depois de um tempo, voltam a viver juntos.
Um amigo, outro dia, me contava sobre sua volta para casa depois de 10 anos. Eles tiveram um filho, se separam e agora voltaram a namorar. Ele estava muito feliz. E quero crer que ela também. Uma outra amiga reencontrou seu amor de adolescência. Viveram um romance quando jovens mas a vida os separou. Ele casou teve dois filhos e ficou viúvo. Ela viveu outros romances e agora só o reencontrou. Estão juntos e felizes.
Tendência ou não, fato é que ninguém entra na vida de ninguém por acaso. As histórias que vivemos deixam marcas. Positivas e negativas, diria, necessárias para nosso crescimento e aprendizado.
Boa semana!

Fonte.yahoo!Brasil/BR.Press.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Atualidades e Gente / Cynthia entrevista Zibia Gasparetto



"As religiões vão morrer"
“As religiões vão morrer. O homem não precisa de intermediários. A essência divina está dentro dele e pode ser acessada diretamente.” Como a senhora chegou a essa conclusão?
As religiões têm um problema grave: dizer que o homem não é nada. Que é um pobre coitado, um pedinte, um servo. Isso não está certo, pois fomos criados à semelhança de Deus. Mas precisamos desenvolver nosso potencial, e por essa razão que estamos aqui: para aprender a lidar com os desafios e viver melhor. Acertar e errar, procurar novos caminhos, desenvolver a consciência e o espírito e colher os resultados das coisas nas quais acreditamos e das ações que praticamos.

Os fãs do cinema ficaram surpresos com o último filme de Clint Eastwood, Além da Vida. Por que a senhora acha que ele resolveu fazer um filme sobre esse tema?
É bem provável que ele tenha recebido uma mensagem. Mas muita gente não gosta de comentar, fica na dúvida. Receber um chamado muda uma vida.
Muda como, dona Zibia?
Você fica com outra visão. Supera o medo de morrer. Se perde alguém da família, suporta melhor, pois sabe que a pessoa querida foi para outro lugar, que a morte não é o fim, é uma viagem. Sabe que pode estudar até com 84 anos, como eu, pois está amealhando conhecimento para o espírito, que é eterno. Quer melhor do que isso?

O que a senhora está estudando?
Por exemplo, o livro do Deepak Chopra, Mente sem Idade, Corpo sem Fronteiras, porque a velhice chega mesmo e traz limitações em muitos aspectos. É preciso lidar com ela.
Mas a senhora não me parece limitada em absolutamente nada.
Como não? Perdi o equilíbrio que tinha. Eu dançava até as 4 da manhã, agora não aguento. Mas minha alegria continua. Gosto de cantar, dançar, brincar...

Por que, ao contrário de Chico Xavier, a senhora vende seus livros?
O dinheiro é considerado uma coisa terrível. É pecado ser rico, ter dinheiro, dizer que quer ter uma vida boa, conforto, facilidades. Mas o nosso espírito, que é rico, gosta de tudo isso. O dinheiro é valor e, como outros valores, depende de como você usa. Hoje temos uma empresa com 150 funcionários, aos quais procuramos dar todo o apoio. Depois de tantos anos trabalhando para a pessoa pobre, descobri que a melhor ajuda é para quem trabalha. O conhecimento é a maior riqueza que você pode dar. É a verdadeira ajuda. Mas isso não tem nada a ver com a espiritualidade. É meu papel de cidadã.

Fonte.Revista Claudia

domingo, 10 de abril de 2011

Como adquirir autoconfiança
Essa força nos para dar sempre um passo a frente. Saiba como se tornar mais confiante e manter-se assim


Raphaela de Campos Mello

Conteúdo do site Bons Fluidos

A autoconfiança nasce e se desenvolve ainda na infância, mas é possível resgatá-la na fase adulta
Foto: Dreamstime
"A autoconfiança é uma virtude que foi quase perdida na sociedade voltada para as coisas exteriores", diagnostica M. J. Ryan, autora de O Poder da Autoconfiança (ed. Sextante). A consultora norte-americana está se referindo à corrida insana pela excelência, marca dos tempos atuais.
Justamente quando mais precisamos dessa força decisiva ela nos escapa, seja porque não fomos estimuladas desde cedo a acreditar em nossos talentos, seja porque pressões vindas de todos os lados, inclusive de nós mesmas, nos dão um xeque-mate. Encaramos o espelho e, no lugar de um ser confiante e dono de si, encontramos apenas um par de olhos intimidados.
"A autoconfiança começa a se constituir na relação entre a mãe e o bebê", afirma Liane Zink, psicoterapeuta corporal e diretora do Instituto de Análise Bioenergética de São Paulo. Ao longo da infância, esse sentimento vai se consolidando à medida que o amor, o interesse e o zelo pela cria se manifestam no dia a dia.
Quando esse vínculo não é estabelecido, o pequeno cresce sem uma base de sustentação para a formação da sua identidade. "Quem apresenta esse histórico não consegue reconhecer seu próprio valor, acha que tudo o que faz é ruim ou dá errado. Torna-se melancólico e se coloca na posição de vítima", diz Liane.
A psicóloga e terapeuta familiar Rosana Trindade Rodrigues, de São Paulo, alerta que um dos fatores que minam o desabrochar dessa competência é o excesso de crítica por parte dos pais, obcecados pela ideia de que os filhos precisam atingir a perfeição em tudo o que fazem.
No entanto, o desenvolvimento ou não da autoconfiança também é reflexo da personalidade de cada um. Isso explica, por exemplo, por que filhos criados pelos mesmos pais se tornam adultos com níveis distintos desse sentimento.
No entanto, a insegurança de um filho, não deve ser encarada como um problema insolúvel. "O filho mais frágil e sensível pode fazer escolhas sólidas e cautelosas, desde que tenha o apoio da família", acredita o psicólogo Zheca Catão, de São Paulo.
A ausência de encorajamento dentro do lar também não é um obstáculo insuperável. "Há casos em que a criança encontra suporte fora de casa, tendo como referência um parente, professor ou vizinho", enfatiza Rosana.

O excesso de autoconfiança é prejudicial. Ninguém quer ter por perto alguém arrogante.
Foto: Dreamstime
Resgate a autoconfiança perdida
Temos uma boa notícia: a autoconfiança pode ser recuperada a qualquer momento, desde que a pessoa se disponha a investigar as causas de suas inseguranças.
Os estudiosos da psique garantem que o autoconhecimento através da terapia é um grande impulso para o fortalecimento da autoestima. Quando resgatamos o que existe de bom em nós, descobrimos que ninguém pode apagar nossas conquistas.
Outro caminho é procurar a ajuda de um terapeuta corporal. Esse profissional irá auxiliar o paciente a extravasar suas aflições e reencontrar a fé em si mesmo. "Em primeiro lugar, é preciso estimular a percepção do corpo, por exemplo, fazendo a pessoa reconhecer que tem pernas fortes e que pode confiar nelas", descreve Liane.
Os altos e baixos da autoconfiança
Quem tem autoestima elevada, não está imune aos solavancos da vida. Durante uma crise ou perda emocional ou financeira, qualquer pessoa pode se abalar, mesmo que isso não a desestruture. Isso é humano.
Em outros casos, a autoconfiança transborda, afastando as pessoas ao redor. Ninguém suporta um ser presunçoso e arrogante. "A presunção é um mecanismo de defesa que camufla a deficiência de algum aspecto", analisa a terapeuta familiar Rosana Trindade.
Andemos, então, no caminho do meio, onde o chão é confiável e nossas pernas suportam as ondulações do trajeto. Para tanto, há que se olhar mais de perto, sobretudo, com mais generosidade e menos exigências.
Fonte. Revista AnaMaria