25
ago
BEM-ESTAR, LIÇÃO DE VIDA, PERSEVERANÇA
A emocionante lenda do alecrim
Por Karla Precioso
Existe uma graciosa lenda a respeito do alecrim: Quando Maria fugiu para o Egito, levando no colo o menino Jesus, as flores do caminho iam se abrindo à medida que a sagrada família passava por elas. O lilás ergueu seus galhos orgulhosos e emplumados, o lírio abriu seu cálice. O alecrim, sem pétalas nem beleza, entristeceu lamentando não poder agradar o menino. Cansada, Maria parou à beira do rio e, enquanto a criança dormia, lavou suas roupinhas. Em seguida, olhou a seu redor, procurando um lugar para estendê-las. “O lírio quebrará sob o peso, e o lilás é alto demais”. Colocou-as então sobre o alecrim e ele suspirou de alegria, agradeceu de coração a nova oportunidade e as sustentou ao sol durante toda a manhã. “Obrigada, gentil alecrim” – disse Maria. “Daqui por diante ostentarás flores azuis para recordarem o manto azul que estou usando. E não apenas flores te dou em agradecimento, mas todos os galhos que sustentaram as roupas do pequeno Jesus serão aromáticos. Eu abençôo folha, caule e flor, que a partir deste instante terão aroma de santidade e emanarão alegria.”
E assim foi.
Fonte Revista AnaMaria
Acessos
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Conheça os florais brasileiros
Descubra como a força dos florais brasileiros pode ajudá-la a viver melhor
Publicado em 21/09/2011Giuliana Capello / Edição: MdeMulher
Conteúdo do site BONS FLUIDOS
Veja quais são os florais brasileiros criados pelo pesquisador Joel Aleixo
Foto: Getty Images
Na natureza, cada flor tem uma história própria. Ao longo da vida, ela recebe interferências do Sol, Lua, vento, chuva, animais e outras plantas e, assim, por mais estranho que possa parecer, molda sua identidade.
Muitos pesquisadores acreditam que a memória viva desses delicados presentes da naturezapode ser capturada e armazenada na forma de uma solução à base de água e álcool de cereais, licor ou conhaque. Essa fórmula é conhecida como floral. Sim, aqueles mesmos criados na década de 30 pelo inglês Edward Bach e que abriram caminho ao surgimento, décadas mais tarde, das essências californianas e australianas.
Segundo seus criadores, basta tomar algumas gotas dos pequenos frascos ao longo do dia para que o floral comece a agir no organismo e nas emoções, auxiliando-nos a restabelecer o equilíbrio natural do corpo e da mente. "Assim como as flores, nós também criamos uma memória energética de tudo que vivenciamos. Os florais agem sobre essas lembranças, ajudando o corpo e a mente a limpar, despertar e desintoxicar registros negativos ou em desequilíbrio, como raiva, mágoas, traumas de infância e até intrauterinos", afirma César Suziganm, assessor em florais brasileiros.
Como assim? Florais brasileiros? Sim, isso mesmo. Sem dúvida nenhuma, um tema que tem despertado cada vez mais paixão nos estudiosos do assunto. Esse é o caso do paraibano Joel Aleixo. A rica biodiversidade local inspirou o especialista, fundador da escola de alquimia que leva seu nome, a produzir florais com plantas da mata Atlântica, do cerrado e da Amazônia.
Fórmulas especiais
Ipê, araucária, manacá-da-serra, primavera, girassol e pfáfia (o ginseng da Amazônia) estão entre as 99 plantas sistematizadas por Aleixo. Diferentes manipulações, ensina o pesquisador, criam diferentes florais. Dessa forma, no laboratório, as 99 essências se transformam em 308 fórmulas, feitas quase sempre de uma mistura de plantas.
Conheça alguns florais brasileiros
Camarão: proporciona passividade e combate a ansiedade em quem não se conforma com a posição que ocupa no momento presente.
Babosa: combate a dispersão mental, fortalece a aura humana e acalma quem se preocupa demasiadamente com o futuro.
Margarida: traz inseguranças e medos dispersos no organismo para a mente, permitindo sua exploração com mais segurança.
Primavera: dinamiza os centros de energia do corpo (chacras e meridianos) e estimula a ação prática de tudo aquilo sobre o que se refletiu.
Alecrim: ativa o perdão e ajuda a entrar em contato com o amor-próprio, combatendo sentimentos de depressão.
Arruda: proporciona limpeza, proteção e força espiritual. Ativa o fogo interior e espanta o baixo-astral.
Girassol: fortalece a personalidade e o espírito, favorecendo a liderança natural e com discernimento.
Orquídea: estimula a intuição e a sensibilidade e abre canais mais sutis de comunicação.
Hortênsia: aumenta a capacidade intuitiva e de raciocínio, combate a autocrítica excessiva e alivia tensões geradas pela hiperatividade racional.
Hibisco: libera desejos reprimidos e é indicado para momentos de retomada da sensualidade e de projetos pessoais e familiares.
Fonte.Revista AnaMaria
Descubra como a força dos florais brasileiros pode ajudá-la a viver melhor
Publicado em 21/09/2011Giuliana Capello / Edição: MdeMulher
Conteúdo do site BONS FLUIDOS
Veja quais são os florais brasileiros criados pelo pesquisador Joel Aleixo
Foto: Getty Images
Na natureza, cada flor tem uma história própria. Ao longo da vida, ela recebe interferências do Sol, Lua, vento, chuva, animais e outras plantas e, assim, por mais estranho que possa parecer, molda sua identidade.
Muitos pesquisadores acreditam que a memória viva desses delicados presentes da naturezapode ser capturada e armazenada na forma de uma solução à base de água e álcool de cereais, licor ou conhaque. Essa fórmula é conhecida como floral. Sim, aqueles mesmos criados na década de 30 pelo inglês Edward Bach e que abriram caminho ao surgimento, décadas mais tarde, das essências californianas e australianas.
Segundo seus criadores, basta tomar algumas gotas dos pequenos frascos ao longo do dia para que o floral comece a agir no organismo e nas emoções, auxiliando-nos a restabelecer o equilíbrio natural do corpo e da mente. "Assim como as flores, nós também criamos uma memória energética de tudo que vivenciamos. Os florais agem sobre essas lembranças, ajudando o corpo e a mente a limpar, despertar e desintoxicar registros negativos ou em desequilíbrio, como raiva, mágoas, traumas de infância e até intrauterinos", afirma César Suziganm, assessor em florais brasileiros.
Como assim? Florais brasileiros? Sim, isso mesmo. Sem dúvida nenhuma, um tema que tem despertado cada vez mais paixão nos estudiosos do assunto. Esse é o caso do paraibano Joel Aleixo. A rica biodiversidade local inspirou o especialista, fundador da escola de alquimia que leva seu nome, a produzir florais com plantas da mata Atlântica, do cerrado e da Amazônia.
Fórmulas especiais
Ipê, araucária, manacá-da-serra, primavera, girassol e pfáfia (o ginseng da Amazônia) estão entre as 99 plantas sistematizadas por Aleixo. Diferentes manipulações, ensina o pesquisador, criam diferentes florais. Dessa forma, no laboratório, as 99 essências se transformam em 308 fórmulas, feitas quase sempre de uma mistura de plantas.
Conheça alguns florais brasileiros
Camarão: proporciona passividade e combate a ansiedade em quem não se conforma com a posição que ocupa no momento presente.
Babosa: combate a dispersão mental, fortalece a aura humana e acalma quem se preocupa demasiadamente com o futuro.
Margarida: traz inseguranças e medos dispersos no organismo para a mente, permitindo sua exploração com mais segurança.
Primavera: dinamiza os centros de energia do corpo (chacras e meridianos) e estimula a ação prática de tudo aquilo sobre o que se refletiu.
Alecrim: ativa o perdão e ajuda a entrar em contato com o amor-próprio, combatendo sentimentos de depressão.
Arruda: proporciona limpeza, proteção e força espiritual. Ativa o fogo interior e espanta o baixo-astral.
Girassol: fortalece a personalidade e o espírito, favorecendo a liderança natural e com discernimento.
Orquídea: estimula a intuição e a sensibilidade e abre canais mais sutis de comunicação.
Hortênsia: aumenta a capacidade intuitiva e de raciocínio, combate a autocrítica excessiva e alivia tensões geradas pela hiperatividade racional.
Hibisco: libera desejos reprimidos e é indicado para momentos de retomada da sensualidade e de projetos pessoais e familiares.
Fonte.Revista AnaMaria
sábado, 13 de agosto de 2011
Dá para mudar o outro?
Dá para mudar o outro?
É, por incrível que pareça, ainda há muita gente achando que sim. Que dá para mudar, salvar, resgatar, fazer do outro um fantoche que estará lá para nosso bel-prazer. Muitos que pensam que podem mudar o que o outro pensa, sente, quer. Outros, ainda, juram que conseguem fazer o outro dançar a sua música.
Há verdadeiros prodígios nessa categoria. Pessoas que acham que o outro que nunca gostou de dançar, agora gosta. Que nunca gostou de ler, agora lê. Que nunca, nunca quis ser meloso, agora é um mimo...
Será?
Qual é o verdadeiro EU? O que é real e o que é interpretação de um papel?
Nesta semana, ao ler a carta de uma leitora, isso ficou muito claro. Bem, pelo menos para mim, que estava de fora da situação. De fato, ela me fez lembrar de um relacionamento meu de muito tempo atrás.
Eu era ainda muito jovem e me apaixonei por um colega da faculdade. Ele era durão, difícil, introspectivo e, quando começamos — como num passe de mágica —, ele se mostrou descontraído, divertido, falante, até dançante, e me acompanhava em tudo. Fazia de tudo para me agradar. Até que as coisas ficaram mais sérias e ele aos poucos foi voltando ao que sempre foi.
Um dia, então infeliz, eu perguntei para minha terapeuta: "Escuta, por que ele mudou tanto? Por que se transformou nisso? Não gosta de dançar, não gosta de sair, não me acompanha em nada, não dá demonstrações de amor, fica o tempo todo na dele. Está lá na verdade, mas é como se não estivesse...
Então, a resposta — que veio para mim na época como uma facada: "Você não está entendendo. Ele sempre foi assim. Quando vocês começaram, ele usou uma máscara e, agora que já a conquistou, não precisa mais. Pode ser quem é. E, queira você ou não, a essência nesse caso fala mais alto. Ele é isso...!"
UAU! Difícil de entender!
Como foi difícil compreender que ninguém muda porque queremos ou decidimos. Ninguém muda porque investimos e mostramos para ele um mundo que para nós é colorido. Ninguém muda se não quiser, ou, em alguns casos, se não puder.
Experimente você mudar. Experimente mudar um xampu, um condicionador. Experimente mudar seu café da manhã. Inclua uma fruta, um cereal, faça qualquer movimento e me fale: É FÁCIL? DÁ PARA MANTER?
Pois é. Muitas vezes não dá. Tendemos a voltar para nosso próprio estilão. Nosso jeitão. Fazemos as coisas como nós queremos e gostamos — mesmo sabedores de que nem sempre escolhemos o melhor. É da vida.
Fonte. s2maia@yahoo.com.br
Por Sandra Maia
É, por incrível que pareça, ainda há muita gente achando que sim. Que dá para mudar, salvar, resgatar, fazer do outro um fantoche que estará lá para nosso bel-prazer. Muitos que pensam que podem mudar o que o outro pensa, sente, quer. Outros, ainda, juram que conseguem fazer o outro dançar a sua música.
Há verdadeiros prodígios nessa categoria. Pessoas que acham que o outro que nunca gostou de dançar, agora gosta. Que nunca gostou de ler, agora lê. Que nunca, nunca quis ser meloso, agora é um mimo...
Será?
Qual é o verdadeiro EU? O que é real e o que é interpretação de um papel?
Nesta semana, ao ler a carta de uma leitora, isso ficou muito claro. Bem, pelo menos para mim, que estava de fora da situação. De fato, ela me fez lembrar de um relacionamento meu de muito tempo atrás.
Eu era ainda muito jovem e me apaixonei por um colega da faculdade. Ele era durão, difícil, introspectivo e, quando começamos — como num passe de mágica —, ele se mostrou descontraído, divertido, falante, até dançante, e me acompanhava em tudo. Fazia de tudo para me agradar. Até que as coisas ficaram mais sérias e ele aos poucos foi voltando ao que sempre foi.
Um dia, então infeliz, eu perguntei para minha terapeuta: "Escuta, por que ele mudou tanto? Por que se transformou nisso? Não gosta de dançar, não gosta de sair, não me acompanha em nada, não dá demonstrações de amor, fica o tempo todo na dele. Está lá na verdade, mas é como se não estivesse...
Então, a resposta — que veio para mim na época como uma facada: "Você não está entendendo. Ele sempre foi assim. Quando vocês começaram, ele usou uma máscara e, agora que já a conquistou, não precisa mais. Pode ser quem é. E, queira você ou não, a essência nesse caso fala mais alto. Ele é isso...!"
UAU! Difícil de entender!
Como foi difícil compreender que ninguém muda porque queremos ou decidimos. Ninguém muda porque investimos e mostramos para ele um mundo que para nós é colorido. Ninguém muda se não quiser, ou, em alguns casos, se não puder.
Experimente você mudar. Experimente mudar um xampu, um condicionador. Experimente mudar seu café da manhã. Inclua uma fruta, um cereal, faça qualquer movimento e me fale: É FÁCIL? DÁ PARA MANTER?
Pois é. Muitas vezes não dá. Tendemos a voltar para nosso próprio estilão. Nosso jeitão. Fazemos as coisas como nós queremos e gostamos — mesmo sabedores de que nem sempre escolhemos o melhor. É da vida.
Fonte. s2maia@yahoo.com.br
Por Sandra Maia
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Dormir muito ou pouco pode envelhecer o cérebro em até sete anos
Tempo ideal de sono estaria entre seis e oito horas diárias
Por Minha Vida
Exagerar nas horas do sono é prejudicial tanto quanto dormir pouco. Um estudo feito pela University of London, Inglaterra, e publicado pelo periódico Sleep, indica que dormir menos de seis horas ou mais de oito horas diárias pode envelhecer o cérebro em até sete anos, já que aumenta a velocidade do declínio cognitivo e afeta habilidades, como o raciocínio. A pesquisa alerta que a piora das funções cerebrais pode até mesmo adiar o declínio físico, causando morte precoce.
Os testes feitos pelos pesquisadores mediram memória, raciocínio, vocabulário, fluência fonêmica, estado cognitivo global e fluência semântica em 5.431 voluntários (1.459 mulheres e 3.972 homens) de 45 a 69 anos de idade, durante cinco anos.
Entre as pessoas que dormiram mais do que o recomendado, 7 a 8% tiveram resultados inferiores em todos os testes cognitivos, menos nos relacionados à memória verbal de curto prazo. Já entre os que dormiram menos que o indicado, um quarto das mulheres e 18% dos homens sofreram diminuição em sua capacidade de raciocínio e vocabulário.
Os pesquisadores observaram que as mulheres que dormiram por, aproximadamente, sete horas por noite renderam os melhores resultados de todas as medições cognitivas, seguido por seis horas de sono.
Os homens obtiveram resultados satisfatórios quando dormiram entre seis e oito horas, sendo que apenas sonos muito curtos (de menos de seis horas) ou muito longos (mais de oito horas) foram associados a resultados baixos.
Assim, pessoas que dormem o tempo ideal, segundo a pesquisa, vivem mais. Enquanto pessoas que dormem tempo insuficiente possuem suas capacidades cerebrais reduzidas, quem dorme o suficiente fica mais longe de doenças mentais e físicas, garantindo melhor qualidade de vida no período que precede a terceira idade.
Garantindo uma boa noite com alimentação Para garantir uma boa noite de sono, até mesmo a alimentação tem um papel importante. Segundo a nutricionista Salete Campos , do Hospital de Clínicas da Unicamp, existe nos alimentos uma substância que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".
Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.
A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos. Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.
Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete. Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta.
Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama. Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção da serotonina. A vitamina B6 está presente em frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.
Saiba Mais
A maravilhosa hora de dormir
Dormir bem evita a obesidade
Hábitos para mandar a insônia embora
Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas gordurosas. Entretanto, de nada adianta refeições equilibradas e ricas nos itens acima se antes de dormir não houver cautela com as bebidas consumidas.
Para não correr o risco de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a orientação da especialista é não beber líquidos que são fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate, guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que seja quatro horas antes do sono.
Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato, a nutricionista diz que o chá de camomila é uma boa alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade e reduz a depressão".
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Ser chique é...
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas, como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
No entanto, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!
Autor desconhecido
Disponível em: http://anamariabraga.globo.com/home/mensagem/mensagem.php?id_not=3977
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas, como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano.
O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.
Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!
No entanto, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.
Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!
Autor desconhecido
Disponível em: http://anamariabraga.globo.com/home/mensagem/mensagem.php?id_not=3977
Sabedoria
Sabedoria
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior alivia, a inferior culpa; a superior perdoa, a inferior condena. Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
Autor desconhecido
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.
A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.
Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.
A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior alivia, a inferior culpa; a superior perdoa, a inferior condena. Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!
Autor desconhecido
Tente e Viva!
Tente e viva!
"É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido."
(Nizan Guanaes)
"É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido."
(Nizan Guanaes)
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