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sábado, 13 de agosto de 2011

Dá para mudar o outro?

Dá para mudar o outro?

É, por incrível que pareça, ainda há muita gente achando que sim. Que dá para mudar, salvar, resgatar, fazer do outro um fantoche que estará lá para nosso bel-prazer. Muitos que pensam que podem mudar o que o outro pensa, sente, quer. Outros, ainda, juram que conseguem fazer o outro dançar a sua música.
Há verdadeiros prodígios nessa categoria. Pessoas que acham que o outro que nunca gostou de dançar, agora gosta. Que nunca gostou de ler, agora lê. Que nunca, nunca quis ser meloso, agora é um mimo...
Será?
Qual é o verdadeiro EU? O que é real e o que é interpretação de um papel?
Nesta semana, ao ler a carta de uma leitora, isso ficou muito claro. Bem, pelo menos para mim, que estava de fora da situação. De fato, ela me fez lembrar de um relacionamento meu de muito tempo atrás.
Eu era ainda muito jovem e me apaixonei por um colega da faculdade. Ele era durão, difícil, introspectivo e, quando começamos — como num passe de mágica —, ele se mostrou descontraído, divertido, falante, até dançante, e me acompanhava em tudo. Fazia de tudo para me agradar. Até que as coisas ficaram mais sérias e ele aos poucos foi voltando ao que sempre foi.
Um dia, então infeliz, eu perguntei para minha terapeuta: "Escuta, por que ele mudou tanto? Por que se transformou nisso? Não gosta de dançar, não gosta de sair, não me acompanha em nada, não dá demonstrações de amor, fica o tempo todo na dele. Está lá na verdade, mas é como se não estivesse...
Então, a resposta — que veio para mim na época como uma facada: "Você não está entendendo. Ele sempre foi assim. Quando vocês começaram, ele usou uma máscara e, agora que já a conquistou, não precisa mais. Pode ser quem é. E, queira você ou não, a essência nesse caso fala mais alto. Ele é isso...!"
UAU! Difícil de entender!
Como foi difícil compreender que ninguém muda porque queremos ou decidimos. Ninguém muda porque investimos e mostramos para ele um mundo que para nós é colorido. Ninguém muda se não quiser, ou, em alguns casos, se não puder.
Experimente você mudar. Experimente mudar um xampu, um condicionador. Experimente mudar seu café da manhã. Inclua uma fruta, um cereal, faça qualquer movimento e me fale: É FÁCIL? DÁ PARA MANTER?
Pois é. Muitas vezes não dá. Tendemos a voltar para nosso próprio estilão. Nosso jeitão. Fazemos as coisas como nós queremos e gostamos — mesmo sabedores de que nem sempre escolhemos o melhor. É da vida.

Fonte. s2maia@yahoo.com.br
Por Sandra Maia

segunda-feira, 8 de agosto de 2011


Dormir muito ou pouco pode envelhecer o cérebro em até sete anos

Tempo ideal de sono estaria entre seis e oito horas diárias

Por Minha Vida





Exagerar nas horas do sono é prejudicial tanto quanto dormir pouco. Um estudo feito pela University of London, Inglaterra, e publicado pelo periódico Sleep, indica que dormir menos de seis horas ou mais de oito horas diárias pode envelhecer o cérebro em até sete anos, já que aumenta a velocidade do declínio cognitivo e afeta habilidades, como o raciocínio. A pesquisa alerta que a piora das funções cerebrais pode até mesmo adiar o declínio físico, causando morte precoce.

Os testes feitos pelos pesquisadores mediram memória, raciocínio, vocabulário, fluência fonêmica, estado cognitivo global e fluência semântica em 5.431 voluntários (1.459 mulheres e 3.972 homens) de 45 a 69 anos de idade, durante cinco anos.
Entre as pessoas que dormiram mais do que o recomendado, 7 a 8% tiveram resultados inferiores em todos os testes cognitivos, menos nos relacionados à memória verbal de curto prazo. Já entre os que dormiram menos que o indicado, um quarto das mulheres e 18% dos homens sofreram diminuição em sua capacidade de raciocínio e vocabulário.

Os pesquisadores observaram que as mulheres que dormiram por, aproximadamente, sete horas por noite renderam os melhores resultados de todas as medições cognitivas, seguido por seis horas de sono.

Os homens obtiveram resultados satisfatórios quando dormiram entre seis e oito horas, sendo que apenas sonos muito curtos (de menos de seis horas) ou muito longos (mais de oito horas) foram associados a resultados baixos.

Assim, pessoas que dormem o tempo ideal, segundo a pesquisa, vivem mais. Enquanto pessoas que dormem tempo insuficiente possuem suas capacidades cerebrais reduzidas, quem dorme o suficiente fica mais longe de doenças mentais e físicas, garantindo melhor qualidade de vida no período que precede a terceira idade.
Garantindo uma boa noite com alimentação Para garantir uma boa noite de sono, até mesmo a alimentação tem um papel importante. Segundo a nutricionista Salete Campos , do Hospital de Clínicas da Unicamp, existe nos alimentos uma substância que favorece o trabalho do nosso corpo em restabelecer o equilíbrio durante a noite: o triptofano. "Uma vez no cérebro, ele aumenta a produção da serotonina, substância conhecida como o hormônio do bom humor, que tem poder sedativo e ajuda a induzir e melhorar o sono".

Essa substância pode ser encontrada em carnes magras, peixes, leites e iogurtes desnatados, queijos brancos e magros, nozes, banana e leguminosas. A serotonina ainda regula o nosso relógio biológico.

A insulina também tem papel importante no padrão do sono. Hipoglicemia, ou baixa quantidade de açúcar no sangue, costuma ocorrer à noite porque é quando não nos alimentamos. Quando o nível de glicose cai, a adrenalina é liberada como uma fonte secundária. Como o hormônio é estimulante, pode causar distúrbios do sono.

Por isso, é necessária a ingestão de carboidratos. "Eles favorecem o aumento nos níveis de insulina, que auxiliam na 'limpeza' dos aminoácidos circulantes no sangue", explica Salete. Algumas fontes de carboidratos são pães, cereais, biscoitos, massas, arroz, frutas, legumes, granola e polenta.

Vitamina B6 e magnésio são outros nutrientes essenciais para que o organismo esteja em paz na hora de ir para a cama. Segundo Salete, os dois também estão envolvidos na produção da serotonina. A vitamina B6 está presente em frango, atum, banana, cereais integrais, levedo de cerveja, arroz integral, cará e semente de gergelim. O magnésio em alimentos como tofu, soja, caju, tomate, salmão, espinafre, aveia e arroz integral.
Saiba Mais

A maravilhosa hora de dormir
Dormir bem evita a obesidade
Hábitos para mandar a insônia embora
Além de saber o que fazer, é bom ter consciência do que é preciso evitar. Se o objetivo é deitar e relaxar, não exagere na quantidade de alimentos e na ingestão de comidas gordurosas. Entretanto, de nada adianta refeições equilibradas e ricas nos itens acima se antes de dormir não houver cautela com as bebidas consumidas.

Para não correr o risco de ter uma noite de sono agitado ou com pesadelos, a orientação da especialista é não beber líquidos que são fontes de xantina e cafeína, que estimulam o sistema nervoso central. Entre eles: chocolate, café, chá preto ou mate, guaraná, refrigerantes à base de coca e, claro, bebidas alcoólicas. No caso de serem consumidos, é aconselhável que seja quatro horas antes do sono.

Se, mesmo observando as orientações acima, você acaba passando mais tempo tentando dormir do que dormindo de fato, a nutricionista diz que o chá de camomila é uma boa alternativa. "Uma florzinha de longa data, conhecida de nossas tataravós que sempre foi usada para acalmar crises de nervosismo. Ela tem efeitos relaxantes, ameniza a ansiedade e reduz a depressão".

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Ser chique é...
Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas, como nos dias de hoje. A verdade é que ninguém é chique por decreto. E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão à venda. Elegância é uma delas. Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupa ou closet recheado de grifes famosas e importadas. Muito mais que um belo carro italiano.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta perante a vida.

Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes e nem precisa contar vantagens, mesmo quando estas são verdadeiras.
Chique é atrair, mesmo sem querer, todos os olhares, porque se tem brilho próprio.
Chique mesmo é ser discreto, não fazer perguntas ou insinuações inoportunas, nem procurar saber o que não é da sua conta.
Chique mesmo é parar na faixa e dar passagem ao pedestre e evitar se deixar levar pela mania nacional de jogar lixo na rua.
Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e às pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.
Chique mesmo é não se exceder jamais! Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.
Chique mesmo é olhar nos olhos do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados à mesa do restaurante, e prestar verdadeira atenção à sua companhia.
Chique mesmo é honrar a sua palavra, ser grato a quem o ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.
Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, ainda que você seja o homenageado da noite!

No entanto, para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre de quão breve é a vida e de que, ao final e ao cabo, vamos todos retornar ao mesmo lugar, na mesma forma de energia.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se encontrar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem. Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Autor desconhecido
Disponível em: http://anamariabraga.globo.com/home/mensagem/mensagem.php?id_not=3977

Sabedoria

Sabedoria
Há dois tipos de sabedoria: a inferior e a superior.

A sabedoria inferior é dada pelo quanto uma pessoa sabe e a superior é dada pelo quanto ela tem consciência de que não sabe.

Tenha a sabedoria superior. Seja um eterno aprendiz na escola da vida.

A sabedoria superior tolera, a inferior julga; a superior alivia, a inferior culpa; a superior perdoa, a inferior condena. Tem coisas que o coração só fala para quem sabe escutar!

Autor desconhecido

Tente e Viva!

Tente e viva!
"É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso. Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso. Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de ter vivido."

(Nizan Guanaes)

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Paradoxo do Nosso Tempo - George Carlin


Nós bebemos demais, gastamos sem critérios.
Dirigimos rápido demais, ficamos acordados até muito mais tarde, acordamos muito cansados, lemos muito pouco, assistimos TV demais e raramente estamos com Deus.
Multiplicamos nossos bens, mas reduzimos nossos valores.
Nós falamos demais, amamos raramente, odiamos freqüentemente.
Aprendemos a sobreviver, mas não a viver; adicionamos anos à nossa vida e não vida aos nossos anos.
Fomos e voltamos à Lua, mas temos dificuldade em cruzar a rua e encontrar um novo vizinho.
Conquistamos o espaço, mas não o nosso próprio.
Fizemos muitas coisas maiores, mas pouquíssimas melhores.
Limpamos o ar, mas poluímos a alma; dominamos o átomo, mas não nosso preconceito; escrevemos mais, mas aprendemos menos; planejamos mais, mas realizamos menos.
Aprendemos a nos apressar e não, a esperar.
Construímos mais computadores para armazenar mais informação, produzir mais cópias do que nunca, mas nos comunicamos cada vez menos.
Estamos na era do 'fast-food' e da digestão lenta; do homem grande de caráter pequeno; lucros acentuados e relações vazias.
Essa é a era de dois empregos, vários divórcios, casas chiques e lares despedaçados.
Essa é a era das viagens rápidas, fraldas e moral descartáveis, das rapidinhas, dos cérebros ocos e das pílulas 'mágicas'.
Um momento de muita coisa na vitrine e muito pouco na dispensa.
Uma era que leva essa carta a você, e uma era que te permite dividir essa reflexão ou simplesmente clicar 'delete'.
Lembre-se de passar tempo com as pessoas que ama, pois elas não estarão aqui para sempre.
Lembre-se dar um abraço carinhoso em seus pais, num amigo, pois não lhe custa um centavo sequer.
Lembre-se de dizer 'eu te amo' à sua companheira(o) e às pessoas que ama, mas, em primeiro lugar, ame-se... ame-se muito.
Um beijo e um abraço curam a dor, quando vêm de lá de dentro.
Por isso, valorize sua família e as pessoas que estão ao seu lado, sempre.
Fonte: e-mail

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Autoestima é a peça chave para recuperação de fim de relacionamento.
Término da paixão deve ser encarado como uma nova fase da vida.

Você é uma pessoa resolvida, madura e de bem com a vida. Talvez já tenha desfeito um casamento, mas recuperou-se e está inteira, curtindo sua "solidão contente", como disse Ivan Martins em sua coluna da revista Época.

De repente, num momento totalmente inesperado, conhece alguém que lhe desperta uma paixão como nunca sentira antes: o papo flui, as energias vibram em total harmonia e os olhares parecem enxergar além do visível. A sensação é a de que já se conhecem há muito tempo - será que de outra vida? Num curto espaço de tempo, constroem sua intimidade e sabem muito mais um do outro do que imaginam.

Apesar das vidas opostas e dos hábitos diferentes, ambos descobrem que possuem os mesmos valores, desejos e sonhos. Uma força "do além" os une, sem explicação - afinal, nem tudo nessa vida precisa ser explicado, concorda?

Da noite para o dia, a sensação é a de que já fazem parte um da vida do outro. Cada acontecimento banal é compartilhado numa cumplicidade jamais vivida anteriormente.

A cada encontro, maior é o desejo de estar junto, o que é dificultado pelo estilo de vida de cada um: a distância entre as moradias (o que seria de nós sem as mensagens de texto e o celular?), a correria habitual de trabalho, filhos, casa, família... Cada um já possui sua estrutura montada e devidamente organizada sem espaço para grandes alterações. Aonde encaixar mais uma pessoa nesse ritmo já tão conhecido e adaptado?

Quando nos apaixonamos temos a chance de nos tornar pessoas melhores, mais felizes, realizadas e saudáveis. Ou não. Às vezes imaginamos que um novo amor pode nos tirar o equilíbrio emocional já conquistado. Outro impedimento para uma entrega a esse sentimento pode ser justamente o contrário: a falta de uma estrutura emocional necessária para bancar tudo o que envolve uma relação a dois.

Ser um casal é estar disposto a abrir mão de certos hábitos, assim como estar aberto ao exercício fundamental de colocar-se no lugar do outro para procurar entendê-lo em suas necessidades e sentimentos. A partir desse momento é preciso pensar em "nós", e não apenas no "eu".

Quando nos apaixonamos temos a chance de nos tornar pessoas melhores, mais felizes, realizadas e saudáveis.
Nem todas as pessoas conseguem entregar-se de corpo e alma a uma nova experiência por mais que esta lhe pareça positiva, pois somos seres complicados, resistentes, temos medo do desconhecido, queremos certezas e garantia de sucesso - como se isso fosse possível!

Por que não experimentar o novo que me parece tão atraente? Por que fugir da intensidade arrebatadora de um sentimento que traz à tona a vontade de sair por aí dizendo às pessoas que a vida é bela e o amor é lindo?

Quem já se apaixonou sabe que as sensações vividas são as melhores possíveis. O sorriso aparece no rosto a todo instante sempre que a imagem do outro vem à mente. As músicas ganham outro significado, pois passamos a prestar atenção à letra, procurando aquela que represente melhor a nossa história.

Tudo ganha mais cor, os problemas são encarados com mais leveza, perdemos a fome, dormimos menos, ganhamos disposição, temos mais vontade de cuidar do nosso corpo e desejamos que o tempo voe para simplesmente chegar logo o momento de podermos olhar e tocar o rosto daquele ser tão especial e poderoso.

Ele se torna poderoso na medida em que traz à tona o melhor de nós, os sentimentos mais positivos, gostosos, leves e amáveis. A pessoa apaixonada traz um brilho especial no olhar que denuncia sua felicidade até aos menos sensíveis e observadores.

O ser humano tem a incrível capacidade de passar pelos mais pesados traumas e reerguer-se, quando é de sua vontade.
Enfim, isso é maravilhoso e todas as pessoas do mundo deveriam passar por tal experiência ao menos uma vez na vida para entender algo que, por mais que seja descrito, só faz sentido quando vivido.

Porém, sabemos que a paixão é um estágio inicial do relacionamento, motivo que impulsiona o casal a querer se conhecer mais para, através do tempo e da convivência, construir o que chamamos de amor. O problema aparece quando, durante essa vivência, um dos apaixonados deixa de retribuir o sentimento do outro, frustrando a expectativa inicial de que foram feitos um para o outro.

De repente o céu azul passa a apresentar nuvens acinzentadas. As cores perdem a intensidade. As músicas tornam-se tristes. O sorriso solto desaparece. Os sonhos já não fazem mais sentido. A vontade de se cuidar não é a mesma. Os problemas voltam a adquirir um peso maior. Os dias demoram a passar. E, por fim, uma dor se apodera do peito como se quisesse nos lembrar que nosso coração está ali, quebrado, machucado.

É aí que temos que tomar cuidado para que toda a energia direcionada a esse sentimento tão prazeroso que foi frustrado não se transforme numa depressão, deixando-nos levar por uma tristeza profunda que nos desequilibra por completo, minando a vontade de fazer qualquer outra coisa que não seja chorar pelo ente querido perdido.

O ser humano tem a incrível capacidade de passar pelos mais pesados traumas e reerguer-se, quando é de sua vontade. O ponto é esse: temos que querer sair dessa e resistir à tentação de entregar os pontos. Alguns momentos são muito difíceis, pois quando estamos envolvidos na dor parece que nunca conseguiremos deixar de senti-la. Mas sabemos que tudo na vida passa e até os sofrimentos mais doloridos têm seus dias contados para terminar.

Com isso em mente, tente encarar o fim de uma paixão como a possibilidade do início de uma nova fase, centrando-se em suas coisas, não deixando de se cuidar, dedicando-se ao trabalho e àquilo que gosta de fazer. Ao readquirir o equilíbrio emocional, naturalmente a vida se encaminhará da melhor forma.

E, para terminar, cito aqui um pensamento de Fernando Pessoa: "Enquanto não atravessarmos a dor da nossa própria

solidão, continuaremos a nos buscar em outras metades. Para viver a dois, antes, é necessário Ser um"



Marina Vasconcellos-Psicóloga.

Fonte. Bem-Estar