Pare de querer controlar as pessoas ao seu redor. Encontre seu caminho e ative a sua luz. Você verá que a felicidade vai fluir naturalmente... Por Luiz Gasparetto
Há certas coisas na vida da gente que são incontroláveis. Vamos supor que você tenha algum problema e não consiga resolvê-lo de maneira alguma. De repente, você se vê num estado de medo e impotência, por não conseguir encontrar a melhor solução. Aí, você acaba se estressando, se preocupando. Pois bem... o melhor caminho é relaxar e jogar essa questão nas mãos da luz.
Luz é a nossa fonte de inspiração. Ela significa confiança, coragem, alegria e entusiasmo. Quando essa sensação está dentro de nós, nos sentimos iluminados, lúcidos, de uma maneira peculiar. Muitos chamam isso de Deus, Cristo interior... Enfim, luz é o infinito e proporciona soluções. Basta confiar nela, e sua vida flui. Então, não adianta se preocupar e ficar naquele exercício mental de querer controlar tudo e todos.
Aliás, querer controlar as pessoas é um dos grandes erros da humanidade. Nada e ninguém é controlável, mas a gente resiste a essa ideia. Por exemplo: muitos pais tentam controlar os filhos. À medida que crescem, esses filhos começam a mentir, a enganar, a não ser sinceros - ou seja, se fecham e se afastam. É uma estratégia de defesa!
Você já reparou na diferença entre querer controlar e querer influenciar? Influenciar é algo que vem de uma proposta mais aberta, não invasiva: passar determinados conceitos sem aquela vontade doentia de dar ordens. Diante de imposições, qualquer um se sente acuado, sem luz e sem alma para se colocar e agir com liberdade.
Enfim, essa história de querer o bem e controlar não funciona na educação e no convívio com as pessoas. Observe outro exemplo: o casamento. Quando o marido ou a mulher tentam dominar um ao outro, o amor vai embora. As pessoas se afastam. Posso dizer a mesma coisa em relação ao apego. Se é apegada, você não tem luz interior.
Volto a dizer: ninguém é de ninguém. Gostar não é prender - é soltar! A gente procura naturalmente as pessoas que nos deixam à vontade. Chega a ser interessante: você deixa o indivíduo confortável por não querer dominá-lo, e ele se sente tão bem que procura você. Ele começa a gostar de você, do nada. A grande conquista, portanto, é estar em si. É estar na própria luz. Nesse caso, o amor, o carinho e o bem chegam, mais cedo ou mais tarde.
Olha, gente, eu aprendi a não me envolver com as pessoas, nem com o mundo, nem com o ambiente. Quando eu gostava de alguém, eu assumia essa pessoa de tal maneira que eu sofria as consequências dos problemas dela. Acho que eu não preciso passar por qualquer coisa ruim para ajudar alguém. Isso é antinatural - não é inteligente! Hoje, quando um indivíduo vem me contar aquelas histórias catastróficas ou mil problemas, eu nem ouço muito. Só começo a jogar luz nessa pessoa. A luz dela vai se acendendo e levando-a para o melhor. A alma dela, a essência dela é que vai identificar o melhor caminho a seguir.
Para que vou me envolver com a vida dela? Pra que tentar controlar uma situação que não me pertence? A vida da luz fala por si, gente! Confie nela. Entregue-se ao seu eu interior. Fique na sua luz - e você verá tudo funcionar ao seu redor.
Fonte. Revista AnaMaria
Acessos
segunda-feira, 22 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Felicidade Realista
A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, oque já é um pacote louvável, mas nossos desejos sãoainda mais complexos.Não basta que a gente esteja sem febre: queremos,além de saúde, ser magérrimos, sarados,irresistíveis.Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, acomida e o cinema: queremos a piscina olímpica euma temporada num SPA cinco estrelas.E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termosalguém com quem podemos conversar, dividir uma pizzae fazer sexo de vez em quando. Isso é pensarpequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo.Queremos estar visceralmente apaixonados,queremos ser surpreendidos por declarações epresentes inesperados, queremos jantar à luz develas de segunda a domingo, queremos sexo selvageme diário, queremos ser felizes assim e não de outrojeito. É o que dá ver tanta televisão.Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes deuma forma mais realista.Ter um parceiro constante, pode ou não, ser sinônimode felicidade. Você pode ser feliz solteiro, felizcom uns romances ocasionais, feliz com um parceiro,feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo,principalmente quando se trata de amor-próprio.Dinheiro é uma benção.Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo.Não perder tempo juntando, juntando, juntando.Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado.E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentarsegurar a onda, buscando coisas que saiam de graça,como um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco decriatividade.Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível eaceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejarpassarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amarsem almejar o eterno.Olhe para o relógio: hora de acordar.É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentroo que nos mobiliza, instiga e conduz mas semexigir-se desumanamente. A vida não é um jogo ondesó quem testa seus limites é que leva o prêmio. Nãosejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade.Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você nãoestá de acordo com as regras, demita-se.Invente seu próprio jogo.Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não seesqueça de que a felicidade é um sentimento simples,você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por nãoperceber sua simplicidade.. Ela transmite paz e nãosentimentos fortes, que nos atormenta e provocainquietude no nosso coração. Isso pode ser alegria,paixão, entusiasmo, mas não felicidade...
Autor: Martha Medeiros
Autor: Martha Medeiros
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Viver é um Espetáculo Imperdível
Viver é um espetáculo imperdível Você pode ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes, mas não se esqueça de que sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode evitar que ela vá à falência. Lembre-se sempre de que ser feliz não é ter um céu sem tempestades, caminhos sem acidentes, trabalhos sem fadigas, relacionamentos sem decepções. Ser feliz é encontrar força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor nos desencontros. Ser feliz não é apenas valorizar o sorriso, mas refletir sobre a tristeza. Não é apenas comemorar o sucesso, mas aprender lições nos fracassos. Não é apenas ter júbilo nos aplausos, mas encontrar alegria no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista de quem sabe viajar para dentro do seu próprio ser. Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e se tornar um autor da própria história. É atravessar desertos fora de si, mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma. É agradecer a cada manhã pelo milagre da vida. Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si mesmo. É ter coragem para ouvir um "não". É ter segurança para receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, curtir os pais e ter momentos poéticos com os amigos, mesmo que eles nos magoem. Ser feliz é deixar viver a criança livre, alegre e simples que mora dentro de cada um de nós. É ter maturidade para falar "eu errei". É ter ousadia para dizer "me perdoe". É ter sensibilidade para expressar "eu preciso de você". É ter capacidade de dizer "eu te amo". Faça da sua vida um canteiro de oportunidades. Que nas suas primaveras você seja amante da alegria. Que nos seus invernos você seja amigo da sabedoria. E, quando você errar o caminho, comece tudo de novo. Pois assim você será cada vez mais apaixonado pela vida e descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita, mas é usar as lágrimas para irrigar a tolerância, usar as perdas para refinar a paciência, usar as falhas para esculpir a serenidade, usar a dor para lapidar o prazer, usar os obstáculos para abrir as janelas da inteligência. Jamais desista de si mesmo. Jamais desista das pessoas que você ama. Jamais desista de ser feliz, pois a vida é um espetáculo imperdível...
(Autor Desconhecido)
(Autor Desconhecido)
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Veja o lado bom da vida
Gasparetto e você
Veja o lado bom da vida
Aprenda a pensar de maneira positiva e, aos poucos, descubra que a ação divina estará sempre interferindo a seu favor Por Luiz Gasparetto
Gostaria de ressaltar a importância de cultivar uma cabeça boa. Para isso, ensinarei um exercício muito simples. Com ele, você conseguirá, definitivamente, estabelecer um elo com o positivo. Desse modo, você poderá aumentar a possibilidade de alcançar a realização em qualquer aspecto da vida. Vamos lá?
Comece removendo os pensamentos negativos que costumam habitar a sua cabeça. Como se faz isso? Anotando tudo. Coloque no papel idéias fixas de impotência, aquelas previsões pessimistas de que algo não irá se concretizar, enfim, tudo aquilo que realmente incomoda você. Olhe fixamente para o que escreveu e deixe virem à tona possíveis sensações.
Sabe o que vai acontecer? Aos poucos, cenas do passado e imagens de algumas pessoas vão aparecer na sua mente, apontando de onde vem cada um desses pensamentos. Ou seja, você vai se dar conta de que eles são frutos de interpretações e julgamentos errados. Pronto! Uma vez detectada a origem deles, será muito mais fácil você se desprender e se libertar de todos eles. Mais do que isso, você terá a possibilidade de criar uma nova idéia, uma reflexão mais positiva acerca de si mesma, com pensamentos como "sou boa", "sou capaz e "mereço o melhor da vida".
E então, já tentou? Para completar a atividade, convido você a fazer uma meditação de positividade. Procure um local tranqüilo dentro da sua casa, coloque uma música bem suave, da sua preferência, acalme os pensamentos e leia em voz alta o seguinte texto:
"Tudo está bem na minha vida. Todos os pensamentos agressivos que tenho com relação a mim e a outras pessoas estão se afrouxando. Não acredito em doença. Eu possuo a saúde como um estado natural e, neste instante, tomo posse da saúde. Eu acredito na vida fluindo facilmente e na realização de todos os meus desejos. Eu desejo a paz e, por isso, estou em paz. Eu desejo o amor e sinto o amor. Eu desejo prosperidade, eu sou próspera. Sou calma. Vejo tudo com mais facilidade. A cada dia que passa eu me sinto melhor. Sou feliz e mereço a felicidade, a fortuna e o progresso. Acredito no progresso da minha cidade, do meu país e do mundo. Agora eu sou luz viva, consciência e espírito. Eu sou força. Eu estou amorosamente protegida pelo sistema imunológico do meu corpo, das minhas emoções e da minha mente. Eu só atraio situações prazerosas para minha vida. Eu mereço alegria.
Sou livre para cantar, dançar, rir, aprender e conviver. Eu gosto da vida. Eu me aceito como sou e aceito as pessoas exatamente como elas são. Cada vez mais eu entendo a mim e aos outros. Cada vez mais sei agir, principalmente com os outros. Não existe passado, não existem bloqueios. Existe somente paz. Eu estou totalmente em paz."
Ao terminar o exercício, faça dez respirações profundas e agradeça ao Universo. Esteja certa de que ele anda de mãos dadas com o melhor, o sucesso e a realização. É isso aí, querida amiga, permita-se envolver com essa energia totalmente positiva. Aos poucos você irá desenvolver esse conhecimento e perceber que a ação divina estará sempre interferindo a seu favor.
Fonte. Revista AnaMaria
Veja o lado bom da vida
Aprenda a pensar de maneira positiva e, aos poucos, descubra que a ação divina estará sempre interferindo a seu favor Por Luiz Gasparetto
Gostaria de ressaltar a importância de cultivar uma cabeça boa. Para isso, ensinarei um exercício muito simples. Com ele, você conseguirá, definitivamente, estabelecer um elo com o positivo. Desse modo, você poderá aumentar a possibilidade de alcançar a realização em qualquer aspecto da vida. Vamos lá?
Comece removendo os pensamentos negativos que costumam habitar a sua cabeça. Como se faz isso? Anotando tudo. Coloque no papel idéias fixas de impotência, aquelas previsões pessimistas de que algo não irá se concretizar, enfim, tudo aquilo que realmente incomoda você. Olhe fixamente para o que escreveu e deixe virem à tona possíveis sensações.
Sabe o que vai acontecer? Aos poucos, cenas do passado e imagens de algumas pessoas vão aparecer na sua mente, apontando de onde vem cada um desses pensamentos. Ou seja, você vai se dar conta de que eles são frutos de interpretações e julgamentos errados. Pronto! Uma vez detectada a origem deles, será muito mais fácil você se desprender e se libertar de todos eles. Mais do que isso, você terá a possibilidade de criar uma nova idéia, uma reflexão mais positiva acerca de si mesma, com pensamentos como "sou boa", "sou capaz e "mereço o melhor da vida".
E então, já tentou? Para completar a atividade, convido você a fazer uma meditação de positividade. Procure um local tranqüilo dentro da sua casa, coloque uma música bem suave, da sua preferência, acalme os pensamentos e leia em voz alta o seguinte texto:
"Tudo está bem na minha vida. Todos os pensamentos agressivos que tenho com relação a mim e a outras pessoas estão se afrouxando. Não acredito em doença. Eu possuo a saúde como um estado natural e, neste instante, tomo posse da saúde. Eu acredito na vida fluindo facilmente e na realização de todos os meus desejos. Eu desejo a paz e, por isso, estou em paz. Eu desejo o amor e sinto o amor. Eu desejo prosperidade, eu sou próspera. Sou calma. Vejo tudo com mais facilidade. A cada dia que passa eu me sinto melhor. Sou feliz e mereço a felicidade, a fortuna e o progresso. Acredito no progresso da minha cidade, do meu país e do mundo. Agora eu sou luz viva, consciência e espírito. Eu sou força. Eu estou amorosamente protegida pelo sistema imunológico do meu corpo, das minhas emoções e da minha mente. Eu só atraio situações prazerosas para minha vida. Eu mereço alegria.
Sou livre para cantar, dançar, rir, aprender e conviver. Eu gosto da vida. Eu me aceito como sou e aceito as pessoas exatamente como elas são. Cada vez mais eu entendo a mim e aos outros. Cada vez mais sei agir, principalmente com os outros. Não existe passado, não existem bloqueios. Existe somente paz. Eu estou totalmente em paz."
Ao terminar o exercício, faça dez respirações profundas e agradeça ao Universo. Esteja certa de que ele anda de mãos dadas com o melhor, o sucesso e a realização. É isso aí, querida amiga, permita-se envolver com essa energia totalmente positiva. Aos poucos você irá desenvolver esse conhecimento e perceber que a ação divina estará sempre interferindo a seu favor.
Fonte. Revista AnaMaria
sexta-feira, 8 de maio de 2009
História do Dia das Mães
As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às comemorações primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimônias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo.Durante o século XVII, a Inglaterra celebrava no 4º Domingo de Quaresma (40 dias antes da Páscoa) um dia chamado “Domingo da Mãe”, que pretendia homenagear todas as mães inglesas. Neste período, a maior parte da classe baixa inglesa trabalhava longe de casa e vivia com os patrões. No Domingo da Mãe, os servos tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe.
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921. A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366. Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal
Poesias e Mensagens
À medida que o Cristianismo se espalhou pela Europa passou a homenagear-se a “Igreja Mãe” – a força espiritual que lhes dava vida e os protegia do mal. Ao longo dos tempos a festa da Igreja foi-se confundindo com a celebração do Domingo da Mãe. As pessoas começaram a homenagear tanto as suas mães como a Igreja.Nos Estados Unidos, a comemoração de um dia dedicado às mães foi sugerida pela primeira vez em 1872 por Julia Ward Howe e algumas apoiantes, que se uniram contra a crueldade da guerra e lutavam, principalmente, por um dia dedicado à paz.
A maioria das fontes é unânime acerca da idéia da criação de um Dia da Mãe. A idéia partiu de Anna Jarvis, que em 1904, quando a sua mãe morreu, chamou a atenção na igreja de Grafton para um dia especialmente dedicado a todas as mães. Três anos depois, a 10 de Maio de 1907, foi celebrado o primeiro Dia da Mãe, na igreja de Grafton, reunindo praticamente família e amigos. Nessa ocasião, a sra. Jarvis enviou para a igreja 500 cravos brancos, que deviam ser usados por todos, e que simbolizavam as virtudes da maternidade. Ao longo dos anos enviou mais de 10.000 cravos para a igreja de Grafton – encarnados para as mães ainda vivas e brancos para as já desaparecidas – e que são hoje considerados mundialmente com símbolos de pureza, força e resistência das mães.Segundo Anna Jarvis seria objetivo deste dia tomarmos novas medidas para um pensamento mais activo sobre as nossas mães. Através de palavras, presentes, atos de afeto e de todas as maneiras possíveis deveríamos proporcionar-lhe prazer e trazer felicidade ao seu coração todos os dias, mantendo sempre na lembrança o Dia da Mãe.Face à aceitação geral, a sra. Jarvis e os seus apoiantes começaram a escrever a pessoas influentes, como ministros, homens de negócios e políticos com o intuito de estabelecer um Dia da Mãe a nível nacional, o que daria às mães o justo estatuto de suporte da família e da nação.A campanha foi de tal forma bem sucedida que em 1911 era celebrado em praticamente todos os estados. Em 1914, o Presidente Woodrow Wilson declarou oficialmente e a nível nacional o 2º Domingo de Maio como o Dia da Mãe.Hoje em dia, muitos de nós celebram o Dia da Mãe com pouco conhecimento de como tudo começou. No entanto, podemos identificar-nos com o respeito, o amor e a honra demonstrados por Anna Jarvis há 96 anos atrás.Apesar de ter passado quase um século, o amor que foi oficialmente reconhecido em 1907 é o mesmo amor que é celebrado hoje e, à nossa maneira, podemos fazer deste um dia muito especial.E é o que fazem praticamente todos os países, apesar de cada um escolher diferentes datas ao longo do ano para homenagear aquela que nos põe no mundo.Em Portugal, até há alguns anos atrás, o dia da mãe era comemorado a 8 de Dezembro, mas atualmente o Dia da Mãe é no 1º Domingo de Maio, em homenagem a Maria, Mãe de Cristo
No Brasil a introdução desta data se deu no RIO GRANDE DO SUL, em 12 de maio de 1918, por iniciativa de EULA K. LONG, em SÃO PAULO, a primeira comemoração se deu em 1921. A oficialização se deu por decreto no Governo Provisório de Getúlio Vargas, que em 5 de maio de 1932, assinou o decreto nº 21.366. Em 1947, a data foi incluída no calendário oficial da Igreja Católica por determinação do Cardeal Arcebispo do Rio, Dom Jaime de Barros Câmara.
Fonte: Guia dos Curiosos (Marcelo Duarte) - Portugal
Poesias e Mensagens
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Quanto nós merecemos ?
O ser humano é um animal que deu errado em várias coisas.
A maioria das pessoas que conheço, se fizesse uma terapia, ainda que breve, haveria de viver melhor. Os problemas podiam continuar ali, mas elas aprenderiam a lidar com eles.Sem querer fazer uma interpretação barata ou subir além do chinelo: como qualquer pessoa que tenha lido Freud e companhia, não raro penso nas rasteiras que o inconsciente nos passa e em quanto nos atrapalhamos por achar que merecemos pouco.
Ilustração Atomica Studio
Pessoalmente, acho que merecemos muito: nascemos para ser bem mais felizes do que somos, mas nossa cultura, nossa sociedade, nossa família não nos contaram essa história direito. Fomos onerados com contos de ogros sobre culpa, dívida, deveres e… mais culpa.Um psicanalista me disse um dia:– Minha profissão ajuda as pessoas a manter a cabeça à tona d’água. Milagres ninguém faz.Nessa tona das águas da vida, por cima da qual nossa cabeça espia – se não naufragamos de vez –, somos assediados por pensamentos nem sempre muito inteligentes ou positivos sobre nós mesmos.As armadilhas do inconsciente, que é onde nosso pé derrapa, talvez nos façam vislumbrar nessa fenda obscura um letreiro que diz: “Eu não mereço ser feliz. Quem sou eu para estar bem, ter saúde, ter alguma segurança e alegria? Não mereço uma boa família, afetos razoavelmente seguros, felicidade em meio aos dissabores”. Nada disso. Não nos ensinaram que “Deus faz sofrer a quem ama”?Portanto, se algo começa a ir muito bem, possivelmente daremos um jeito de que desmorone – a não ser que tenhamos aprendido a nos valorizar.Vivemos o efeito de muita raiva acumulada, muito mal-entendido nunca explicado, mágoas infantis, obrigações excessivas e imaginárias. Somos ofuscados pelo danoso mito da mãe santa e da esposa imaculada e do homem poderoso, pela miragem dos filhos mais que perfeitos, do patrão infalível e do governo sempre confiável. Sofremos sob o peso de quanto “devemos” a todas essas entidades inventadas, pois, afinal, por trás delas existe apenas gente, tão frágil quanto nós.Esses fantasmas nos questionam, mãos na cintura, sobrancelhas iradas:– Ué, você está quase se livrando das drogas, está quase conquistando a pessoa amada, está quase equilibrando sua relação com a família, está quase obtendo sucesso, vive com alguma tranqüilidade financeira… será que você merece? Veja lá!Ouvindo isso, assustados réus, num ato nada falho tiramos o tapete de nós mesmos e damos um jeito de nos boicotar – coisa que aliás fazemos demais nesta curta vida. Escolhemos a droga em lugar da lucidez e da saúde; nos fechamos para os afetos em lugar de lhes abrir espaço; corremos atarantados em busca de mais dinheiro do que precisaríamos; se vamos bem em uma atividade, ficamos inquietos e queremos trocar; se uma relação floresce, viramos críticos mordazes ou traímos o outro, dando um jeito de podar carinho, confiança ou sensualidade.Se a gente pudesse mudar um pouco essa perspectiva, e não encarar drogas, bebida em excesso, mentira, egoísmo e isolamento como “proibidos”, mas como uma opção burra e destrutiva, quem sabe poderíamos escolher coisas que nos favorecessem. E não passar uma vida inteira afastando o que poderia nos dar alegria, prazer, conforto ou serenidade.No conflitado e obscuro território do inconsciente, que o velho sábio Freud nos ensinaria a arejar e iluminar, ainda nos consideramos maus meninos e meninas, crianças malcomportadas que merecem castigo, privação, desperdício de vida. Bom, isso também somos nós: estranho animal que nasceu precisando urgente de conserto.Alguém sabe o endereço de uma oficina boa, barata, perto de casa – ah, e que não lide com notas frias?
Lya Luft
Revista veja edição 1935
Fonte.Google
A maioria das pessoas que conheço, se fizesse uma terapia, ainda que breve, haveria de viver melhor. Os problemas podiam continuar ali, mas elas aprenderiam a lidar com eles.Sem querer fazer uma interpretação barata ou subir além do chinelo: como qualquer pessoa que tenha lido Freud e companhia, não raro penso nas rasteiras que o inconsciente nos passa e em quanto nos atrapalhamos por achar que merecemos pouco.
Ilustração Atomica Studio
Pessoalmente, acho que merecemos muito: nascemos para ser bem mais felizes do que somos, mas nossa cultura, nossa sociedade, nossa família não nos contaram essa história direito. Fomos onerados com contos de ogros sobre culpa, dívida, deveres e… mais culpa.Um psicanalista me disse um dia:– Minha profissão ajuda as pessoas a manter a cabeça à tona d’água. Milagres ninguém faz.Nessa tona das águas da vida, por cima da qual nossa cabeça espia – se não naufragamos de vez –, somos assediados por pensamentos nem sempre muito inteligentes ou positivos sobre nós mesmos.As armadilhas do inconsciente, que é onde nosso pé derrapa, talvez nos façam vislumbrar nessa fenda obscura um letreiro que diz: “Eu não mereço ser feliz. Quem sou eu para estar bem, ter saúde, ter alguma segurança e alegria? Não mereço uma boa família, afetos razoavelmente seguros, felicidade em meio aos dissabores”. Nada disso. Não nos ensinaram que “Deus faz sofrer a quem ama”?Portanto, se algo começa a ir muito bem, possivelmente daremos um jeito de que desmorone – a não ser que tenhamos aprendido a nos valorizar.Vivemos o efeito de muita raiva acumulada, muito mal-entendido nunca explicado, mágoas infantis, obrigações excessivas e imaginárias. Somos ofuscados pelo danoso mito da mãe santa e da esposa imaculada e do homem poderoso, pela miragem dos filhos mais que perfeitos, do patrão infalível e do governo sempre confiável. Sofremos sob o peso de quanto “devemos” a todas essas entidades inventadas, pois, afinal, por trás delas existe apenas gente, tão frágil quanto nós.Esses fantasmas nos questionam, mãos na cintura, sobrancelhas iradas:– Ué, você está quase se livrando das drogas, está quase conquistando a pessoa amada, está quase equilibrando sua relação com a família, está quase obtendo sucesso, vive com alguma tranqüilidade financeira… será que você merece? Veja lá!Ouvindo isso, assustados réus, num ato nada falho tiramos o tapete de nós mesmos e damos um jeito de nos boicotar – coisa que aliás fazemos demais nesta curta vida. Escolhemos a droga em lugar da lucidez e da saúde; nos fechamos para os afetos em lugar de lhes abrir espaço; corremos atarantados em busca de mais dinheiro do que precisaríamos; se vamos bem em uma atividade, ficamos inquietos e queremos trocar; se uma relação floresce, viramos críticos mordazes ou traímos o outro, dando um jeito de podar carinho, confiança ou sensualidade.Se a gente pudesse mudar um pouco essa perspectiva, e não encarar drogas, bebida em excesso, mentira, egoísmo e isolamento como “proibidos”, mas como uma opção burra e destrutiva, quem sabe poderíamos escolher coisas que nos favorecessem. E não passar uma vida inteira afastando o que poderia nos dar alegria, prazer, conforto ou serenidade.No conflitado e obscuro território do inconsciente, que o velho sábio Freud nos ensinaria a arejar e iluminar, ainda nos consideramos maus meninos e meninas, crianças malcomportadas que merecem castigo, privação, desperdício de vida. Bom, isso também somos nós: estranho animal que nasceu precisando urgente de conserto.Alguém sabe o endereço de uma oficina boa, barata, perto de casa – ah, e que não lide com notas frias?
Lya Luft
Revista veja edição 1935
Fonte.Google
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Torne-se a luz do seu universo
Dê um chega-pra-lá nos pensamentos ruins e cultive o que há de melhor. Assim, você conquistará tudo que deseja Por Luiz Gasparetto
Eu reservei esta edição para dizer que você tem luz. Explico melhor: sabe aqueles dias em que você acorda e se sente completamente iluminada, alegre, poderosa, confiante, e tudo corre às mil maravilhas? Pois bem, quero dizer que esse estado de espírito é genuíno, faz parte de você. Sempre. Você vai me questionar: Mas em certos dias sou atingida por um desânimo profundo e uma desesperança. Por que isso acontece?. Simplesmente porque você se deixa levar por pensamentos contrários ao seu bem-estar. Eu reforço: a luz está dentro de você, em todos nós. Isso é fato! Mas sua cabeça e suas atitudes é que irão mantê-la acesa ou não. Se você estiver insegura, com medos infundados, sempre pensando nas causas e nos efeitos para poder agir, seja qual for a situação, dificilmente a luz se acenderá. Esse estado eu chamo de euzinho fechado. Por outro lado, quando você estiver entusiasmada e confiante nas próprias idéias e objetivos, a luz brilhará e iluminará seus caminhos. Eu classifico esse estado de euzão aberto.A pessoa que vive no euzinho fechado mantém idéias rígidas e não admite mudanças. É aquele sujeito que passa o dia todo envolvido com preocupações sem fundamento e quer controlar as pessoas que vivem ao redor e o próprio futuro, se possível. Isso não faz sentido, minha gente! Quem vive no euzão aberto, por sua vez, é contemplado com criatividade, idéias e pensamentos novos, iniciativa e muita prosperidade. É aquele que confia no poder da luz, no infinito. Com essa postura, a vida simplesmente flui. Surgiu um problema? O melhor caminho é relaxar e jogar essa questão nas mãos da luz. Ela, sim, é infinita e, com certeza, terá uma solução. Confie nela e você se surpreenderá!Desperte, leitora! E diga a si mesma: Eu não sou fruto de idéias, eu as faço. E as faço exatamente como quero. Não posso desprezar essa dádiva que o universo me deu. Vou usufruir. Isso é fantástico! Eu posso pensar o clima que quero criar, expandi-lo e, com isso, ter tudo que desejo. Minha cabeça pode até ser bombardeada por um monte de coisas, mas eu escolho. Quando ela não está registrando idéias bacanas, dou um chega-pra-lá nos pensamentos ruins e imagino o que eu quero. Alinho minha mente apenas com o que é bom. Meu peito se abre e eu ocupo o meu espaço, que é de puro prazer. O prazer, aliás, não vem porque tudo lá fora é simplesmente favorável. Ele vem porque eu, aqui dentro de mim, tenho um olhar focado no que há de melhor e sei criar estados maravilhosos. Sou a verdadeira luz.É, leitora... Quando você cultiva bons pensamentos, vibra na onda do universo e do espírito. Este, por sua vez, explode dentro de si numa satisfação imensa, e isso faz você vibrar por inteiro. Você não vai conseguir ter prazer consigo mesma e com a vida se não aprender a cultivar o melhor. Isso é alma. É empolgação, dedicação, capricho. Pense o melhor e vá trocando os pensamentos até encontrar aquele que desperte os melhores sentimentos e as melhores sensações em você. Não importa como seja a realidade: o que importa é o lugar onde você se coloca.
Fonte.Revista AnaMaria
Eu reservei esta edição para dizer que você tem luz. Explico melhor: sabe aqueles dias em que você acorda e se sente completamente iluminada, alegre, poderosa, confiante, e tudo corre às mil maravilhas? Pois bem, quero dizer que esse estado de espírito é genuíno, faz parte de você. Sempre. Você vai me questionar: Mas em certos dias sou atingida por um desânimo profundo e uma desesperança. Por que isso acontece?. Simplesmente porque você se deixa levar por pensamentos contrários ao seu bem-estar. Eu reforço: a luz está dentro de você, em todos nós. Isso é fato! Mas sua cabeça e suas atitudes é que irão mantê-la acesa ou não. Se você estiver insegura, com medos infundados, sempre pensando nas causas e nos efeitos para poder agir, seja qual for a situação, dificilmente a luz se acenderá. Esse estado eu chamo de euzinho fechado. Por outro lado, quando você estiver entusiasmada e confiante nas próprias idéias e objetivos, a luz brilhará e iluminará seus caminhos. Eu classifico esse estado de euzão aberto.A pessoa que vive no euzinho fechado mantém idéias rígidas e não admite mudanças. É aquele sujeito que passa o dia todo envolvido com preocupações sem fundamento e quer controlar as pessoas que vivem ao redor e o próprio futuro, se possível. Isso não faz sentido, minha gente! Quem vive no euzão aberto, por sua vez, é contemplado com criatividade, idéias e pensamentos novos, iniciativa e muita prosperidade. É aquele que confia no poder da luz, no infinito. Com essa postura, a vida simplesmente flui. Surgiu um problema? O melhor caminho é relaxar e jogar essa questão nas mãos da luz. Ela, sim, é infinita e, com certeza, terá uma solução. Confie nela e você se surpreenderá!Desperte, leitora! E diga a si mesma: Eu não sou fruto de idéias, eu as faço. E as faço exatamente como quero. Não posso desprezar essa dádiva que o universo me deu. Vou usufruir. Isso é fantástico! Eu posso pensar o clima que quero criar, expandi-lo e, com isso, ter tudo que desejo. Minha cabeça pode até ser bombardeada por um monte de coisas, mas eu escolho. Quando ela não está registrando idéias bacanas, dou um chega-pra-lá nos pensamentos ruins e imagino o que eu quero. Alinho minha mente apenas com o que é bom. Meu peito se abre e eu ocupo o meu espaço, que é de puro prazer. O prazer, aliás, não vem porque tudo lá fora é simplesmente favorável. Ele vem porque eu, aqui dentro de mim, tenho um olhar focado no que há de melhor e sei criar estados maravilhosos. Sou a verdadeira luz.É, leitora... Quando você cultiva bons pensamentos, vibra na onda do universo e do espírito. Este, por sua vez, explode dentro de si numa satisfação imensa, e isso faz você vibrar por inteiro. Você não vai conseguir ter prazer consigo mesma e com a vida se não aprender a cultivar o melhor. Isso é alma. É empolgação, dedicação, capricho. Pense o melhor e vá trocando os pensamentos até encontrar aquele que desperte os melhores sentimentos e as melhores sensações em você. Não importa como seja a realidade: o que importa é o lugar onde você se coloca.
Fonte.Revista AnaMaria
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